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21 de julho de 2010 - 14:17F1, Parlatório

Parlatório

SÃO PAULO | O Rodrigo Borges, jornalista e clown, escreveu um interessante texto no Blog Esporte Fino a respeito da fase dos brasileiros na F1 e no automobilismo em geral. Diz o pop Alm’Imunda que uma lenda acabou.

Que a tríade Fittipaldi-Piquet-Senna criou a falsa esperança de que o Brasil é o país do automobilismo, também. Mas mesmo com pilotos bons, o título nunca veio após Ayrton — e tomando como base uma matéria que eu fiz para a Revista Warm Up, o país é o que mais teve substituídos na década. E pela falta de categorias de base, haverá uma queda significativa na qualidade dos competidores que saírem destas terras.  O artigo completo está aqui.

É por aí, mesmo? Os pilotos brasileiros não estão no mesmo nível dos ingleses e dos alemães, por exemplo? Mandai bala.

48 comentários

  1. Luis Vieira disse:

    Não concordo com uma visão tão pessimista assim. Mesmo não estando mais na epoca de Fittipaldi-Piquet-Senna ainda acho que o Brasil é um dos grandes no automobilismo mundial na F1 e vide também a Indy. E acredito que ficará assim por muitos anos.

    Concordo que esse trindade fantastica é uma caso a parte, mas se olharmos outros ditos tradicionais paises estamos bem. A Italia, Inglaterra e Alemanha que por mais categorias de base que tenham também sofrem para emplacarem seus pilotos e passam por epocas (longas) de jejum.

    É aquele negocio, semelhante ao futebol. Depois que ganhou algumas coisas seguidas nada mais interessa que não seja vitorias e espetáculos e qualquer resultado que não seja esse é considerado como final dos tempos e sinal que o futuro é negro, etc… Acho que não é bem por aí. Menos emoção e mais razão.

  2. Luiz Eduardo disse:

    Na minha opinião os principais fatores que colocam o automobilismo nacional numa situação de quase falência são os altos custos, desde o kart, e a visão generalizada de que o automobilismo além de não ser esporte ainda agride o meio ambiente. E os automobilistas não reagem. Os cartolas parecem ser de uma incompetencia total e pouco interessados em mudar o estado atual das coisas. Se fizessem regulamentos baseados em redução de custos, de acordo com a realidade do país, pois até a F1 está fazendo, e ainda tomassem partido na defesa do esporte, acredito que em pouco tempo teríamos uma melhora considerável da situação. Automobilsmo gera empregos, é escola de mecânicos e outros técnicos e pode ajudar muito na criação ou desenvolvimento de tecnologias como nenhum outro esporte. O automobilismo ajudou a desenvolver todos os sistemas automotivos e se hoje ainda conseguimos respirar, muito se deve a motores mais eficientes que foram desenvolvidos nas pistas. Sem falar em freios, suspensão e perfumarias como as borboletas no volante. Resumindo: o automobilismo faz bem mesmo para aqueles que nunca sentaram num automóvel mas respiram o ar de cada dia, só que ninguém fala nisso e eu tenho cada vez mais de assistir àqueles porres que são as competições (politicamente corretas) de natação, de tenis, maratonas, etc, que muitas vezes entram no lugar de corridas ou programas de automobilismo, pois cada vez mais este esporte é tratado como a titica da titica do cavalo do bandido. E não aparece um único cretino dum cartola para defendê-lo. Assim, vai acabar mesmo. E os milionários deslumbrados que brinquem de ser Ayrtons Sennas, assim podemos ver alguns belíssimos carros, mas não se pode esquecer que a boca do funil tem de ser abastecida em grandes quantidades e que os talentos não estão sómente nas famílias mais abastadas. Cadê a categoria de estreantes e novatos, onde alguns pilotos que se consagraram começaram a correr com o carro das suas mamães?

  3. elinaldo disse:

    Vem aiiiiii o Felipe NASR ……

  4. ferreirinha disse:

    joguei minhas fichas no Nelcinho mas não deu

    agora pelo que vejo e sei acho que não mais

    vou vêr um Brasileiro vecedor na f1 … é pena..!!!!!!

  5. renato disse:

    Ok , mas Senna nunca correu de carro no Brasil .

  6. Lucas disse:

    A CBA É o CANCRO do nosso automobilismo.
    Enquanto noa tivermos categorias de base com custos aceitaveis, digo aceitaveis porque todas sabemos que automobilismo não é barato mas pode ser aceitavel se for bem feito e assim teriamos uma massa maior de pilotos com condições tecnicas de chegarem onde outros brasileiros ja chegaram.
    Apoio o retorno das F.Fords da vida onde o pai do piloto e mais 2 mecas faziam tudo.
    Tudo muito simple e facil e até divertido, envolvendo familia, amigos e torcedores.
    Por favor vamos trabalhar para termos de volta F.Fords, Turismos nacional e tantos outros que deem base aos nosso jovens talentos.

  7. José Benedito Vizioli Libório disse:

    Sem trabalho não há futuro. Sem produção de novos valores, o esporte fica estagnado. Vide o tênis: Guga parou e (sem demérito à ng) o que conseguimos?

  8. Leandro Angelo disse:

    Fazendo um pequeno paralelo: Se não tivessemos tanta gente praticando futebol, desde criancinha, seriamos reconhecidos como força no desporte ludopédico?

    No autombilismo e no motociclismo, a coisa está em vias rápidas de extinção, pois no caso da 2 rodas, os campeonatos nacionais são risiveis e subterreaneos.
    No caso dos carros, quem tem melhores condições financeiras se arrisca fora do apís, mas quantos % da população tem essa “facilidade”, mesmo se tratando de um esporte de “elite”?

    Abs

  9. Marcel Cintra disse:

    NADA ADMINISTRADO PELA CBA VAI DAR CERTO.

  10. Torcedor Atento disse:

    Bom dia,

    Sou profissional do automobilismo e tudo começa pela total falta de postura da CBA. Pergunto : Para que serve as Federações e Confederações ? ? ? Tivemos problemas com a do basquete, tenis, judo, etc……..Falta mídia, falta montadoras, falta leis de incentivo. Não adiana criar leis de incentivo como estão redigidas.
    Pq não fazem uma lei obrigando cada montadora a retornar 0,01% de seu lucros ao automobilismo diluindo este recurso em 3 categorias Kart, Fórmula e Turismo ???
    Nós brasileiros somos profissionais tanto qto qualquer outro de outro pais, temos mão de obra boa e eficiente.
    Pq o Felipe Massa não ajuda a F3 ? ? ? Pq o Rubinho nçao ajuda a F3 ? ? ? Pq ele (o massa) tem que fazer esquemas próprios para ganhar mais dinheiro ? ? ? Será que ele precisa dessa grana tbm ? ? ? Será que se esquece das dificuldades que enfrentou qdo está aqui na F.Chevrolet. Todos ums mal agradecidos que esquecem o passada e dão as costas agora que estão BONITOS…..

    UMA PENA ……………….

    • fabiano disse:

      Lei obrigando as montadoras investir no automobilismo é dose, não???!!!
      Qualquer empresa investe seu capital aonde há visibilidade. Ponto final!!!
      Porque o Barrichelo tem obrigação com uma nação que sempre o ridicularizou com piadas grotescas? O Massa começa seguir esse caminho… Não entendo qual obrigação eles tem com alguém.

  11. Tiago Albino disse:

    Realmente a qualidade não estão boa. As categorias nacionais são ruins… e outra: piloto brasileiro só enxerga a F-1 e mais nada! poderiam parar com essa besteria de achar que a F-1 é o tpo do mundo e a enxergar outras categorias como futuro, como por exemplo a WTCC (Augusto Farfus) e na Nascar (Piquet, que acho que não dura muito tempo…)

  12. EduardoRS disse:

    Piloto bom até a Tanzânia pode produzir. Falta a base, falta crescer com as mãos sujas de graxa e com gasolina na veia. No futebol não temos os melhores jogadores simplesmente porque são brasileiros, mas sim porque a criançada aqui praticamente já nasce chutando uma bola. Falta cultura de automobilismo, que sobra na Europa.

  13. Renato disse:

    Não chegaria ao ponto de dizer que Emerson, Piquet e Senna foram uma coincidência.

    Acho que antigamente tínhamos Interlagos, o traçado velho, que era uma super-pista, e uma cena local forte de automobilismo “de raiz”, gente construindo seus carros e correndo (carreteras, Vemag, Dacon, Fittipaldis, etc, etc, etc, etc). De uma certa maneira, é este cenário que produz e desenvolve os inúmeros talentos que, quando peneirados, deram em Fittipaldi, Piquet e Senna (e até Rubens Barrichello, se esticarmos a longevidade dessa cena até o limite).

    Onde acho que o artigo acerta é em demonstrar que o ambiente que produziu estes talentos está morto e enterrado. Interlagos já não é mais o velho Interlagos, quem aprender hoje por lá não aprende metade do que aprenderia tendo de correr no traçado velho. Ainda assim, esta é a única pista decente do país, o resto já fechou ou está morto e não sabe. As categorias de base, idem.

    Além disso, não há nada remotamente parecido com as turmas que iam sujar as mãos de graxa e construir carros pra correr nas mil milhas, como os Fittipaldis da vida. Automobilismo sempre foi esporte de gente rica em todo canto do mundo. Agora, tem uma diferença em fazer o que os caras faziam antigamente – como enfiar dois motores de Porsche em um fusca e botar pra correr – com o que os ricos de hoje fazem – comprar um Lamborghini pra correr contra o Ford GT do amigo vizinho de condomínio.

    Acho que a coisa fica menos triste se sairmos dos autódromos um pouco. Se pensar bem, hoje o que se faz no Rali dos Sertões, por exemplo, é algo mais próximo do que se fazia nas décadas de 60/70 em Interlagos. Estão criando do nada, ano após ano, uma competição de classe mundial e, a reboque, vem a turma que vai acabar produzindo, possivelmente, um ou outro Fittipaldi da areia.

  14. Wallace Ebert disse:

    Com o fim da Ford,depois Renault, não temos mais uma categoria escola,vamos torcer para a “F-Massa”/future não fique pelo caminho…quanto ao desintesse do público,é normal já que não temos mais pilotos vencedores…

  15. Di_GT disse:

    Olha o naipe das categorias de base de rodas-abertas do brasil. cbf nao faz nada que presta. a única categoria decente do país é de caminhões.

  16. Roland T Frackphaiser disse:

    O que não existe mais, é o interesse do grande público em acompanhar o esporte a motor no Brasil, o que gera uma cascata de desinteresses de empresas, montadoras, empresários e pilotos. Outra é que a F1 deixou de ser o topo do automobilismo mundial, onde depois de passar por todas as fases, do Kart à Formula 2 (eu acho, não me lembro) o piloto alçava a nata da velocidade mundial após conquistar o respeito nas categorias anteriores. Agora só é preciso um cheque bem gordo e qualquer um com licença de piloto pode se sentar num F1. Tambem as categorias nacionais mais rentáveis como a F-Truck e a ST-car fazem os pilotos se acomodarem aqui mesmo no país tal qual os americanos com seus “mundiais” regionais.

  17. Josele Garza disse:

    Mas o automobilismo nacional já tá uma draga há muito tempo e agora não temos pilotos bons e os poucos que temos, tão levando é côro de todo mundo. Culpa de um monte de gente que endeusa nossos pilotos e quando vamos ver, estamos vendo pilotos se arrastando no fundão do grid em várias categorias. Parece que uma lavadeira jogou praga na CBA e falou que enquanto não pagassem a véia, não ia ter mais nenhum brazuca campeão. Brincadeiras à parte, a situação é séria e o buraco parece cada vez mais embaixo.

  18. Joe Bacca disse:

    O principal problema e de gestão de nosso automobilismo. Totalmente amador, e com um sistema aonde se perpetuam os ” pedagios” da CBA e FAUS desestimulando as montadoras e outros individuos a investir tempo e dinheiro em nosso esporte.
    Outro problema e cultural, pois a maioria das equipes de kart nao tem conhecimento para ensinar os pilotos. Quando no passado os Ayrtons, Nelson e Emersons metiam a mao na graxa aprendendo muito com isso.
    Terceiro, nossos pais sao arrogantes e tem sempre a certeza de que seus filhos nascem praticamente prontos para o que der e vier, precisando somente de dinheiro para vencer.

  19. Teixeira disse:

    Concordo em todos os pontos.
    Não consigo entender com um
    piloto como Nelson Merlo,campeão da
    formula São Paulo, formula Renault e
    formula 3 Sul Americana não teve uma
    oportunidade em uma categoria Top
    fora do Brasil .
    Não há empresário (mananger)no Brasil
    disposto a comprar esta briga ?
    Que automobilismo e este ?

  20. krlos disse:

    Cara, eu não concordo com a afirmativa do jornalista. O que mudou foi a grana. O mundo da F1 ficou mais dinheirista. As ategorias de base ficaram mais dinheiristas. A F3 Sulam quase que acabou. Está se arrastando. O kart ficou caro demais. A crise mundial pegou todo mundo.

    Naquela época de Emerson e Cia. as empresas públicas e privadas investiam no automobilismo. Hoje ninguém quer investir, porque o custo é muito alto.

    Os preparadores acabaram com o automobilismo brasileiro. Eles querem ganhar muito, em cima de pilotos e principalmente pais de pilotos babacas.

    A coisa tá feia. E nós que tínhamos a esperança no Massa, nos ferramos. Depois do acidente, e do Alonso, o cara encolheu.

    Renovação, não temos.

    A coisa tá feia!

  21. Raymundo disse:

    Falta automobilismo por amor, por paixão. Faltam pilotos que só querem competir! Sobram pilotos que querem fazer carreirinha! 5 anos de kart, 2 anos de F. Renault, 2 Anos de F.3 … Emerson, Piquet e Senna eram apaixonados pelo automobilismo. Antes de correr na Europa, Emerson e Piquet ganharam tudo por onde passavam no Brasil. Piquet saia de Brasília pra correr no circuito improvisado de Belo Horizonte com um fusca emprestado! FALTA PAIXÃO!

  22. Discordo do texto. O automobilismo por aqui é uma várzea cujos motivos são difíceis de explicar. Já os pilotos brasileiros até que vão bem no mundo afora.

    Nos próximos anos não teremos um novo Senna, Piquet ou Fittipaldi. Óbvio. Mas o fascninante do automobilismo é que basta o país ter apenas um piloto em condições de disputar a vitória para que novos talentos surjam. Durante anos tivemos só o Barrichello (e uma patota em Arrows, Minardi e afins) depois surgiu o Massa e ninguém mais falou em crise. Quando o Barrichello se aposentar, surgirá alguém. Tem gente competente correndo lá fora, como o Di Grassi e o Razia.

    Isso se a gente falar só de Europa. Mas tem brasileiro liderando campeonato no Japão e uns três nos Estados Unidos.

    Não somos a próxima China. E por favor né, dizer que automobilismo virou coisa de endinheirado. Ele sempre foi. Pobres eram o Piquet e o Senna, não a gente que comenta no blog. Só que entre um endinheirado ou outro com talento, a gente não tem como “desenvolver” os que levam jeito.

    • Igor D. disse:

      Concordo plenamente. Nelsão não corria bancado pelo pai, mas usava lá de seus artifícios malucos e ralava muito pra correr. Senna tinha o pai por trás bancando forte, mas era um maníaco por treinar. E o Emerson correu pela Willys, qualquer um que conheça um mínimo da história da equipe sabe que eles treinavam em Interlagos até cansar, e o traçado antigo era uma escola.

  23. Carioca disse:

    Lamentável, mas para se destacar precisa treinar, treinar requer muito dinheiro e disposição, os ‘gênios’ do passado faziam isso, e se não tinham dinheiro improvisavam(caso Piquet)…mas estavam a fim de verdade. Um capítulo a parte é o autrodomo de Jacarepaguá, uma pista que da arquibancada voce via cerca de 70% do circuito, era um espetáculo, até a ganância dos governantes em con$truir uma arena olímpica que fica mais abandonada que em uso…
    Torço para que a idéia do Massa ajude o automobilismo, mas se as coisas não melhorarem para ele na Ferrari, esta situação tambem deve correr risco de se descontinuada, pois a Ferrari tem haver com esta empreitada.
    No mais, o Indy ainda tem talentos nossos com alguma chance…de qualquer forma , sigo torcendo por todos os brasileiros em todas as categorias …

  24. Gerrard disse:

    O último campeonato ganho por um brasileiro já tem quase 20 anos. E as pessoas não percebem que a fase acabou faz tempo.

  25. Celso disse:

    Mania do brasileiro ” o Brasil é o país ”, só falta saber do que ! Com relação ao automobilismo, algumas perguntas…Para o patrocinador – brasileiro é lógico – é melhor investir em pilotos que correm aqui ou no exterior ? Pelo que eu vejo, todos os pilotos brasileiros que competem no exterior, sempre tem algum patrocínio de empresas ” made in brazil ”. Porque não investir aqui que deveria ser o seu foco de propaganda ? Mistério ? Não o maior problema são as federações e confederações de automobilismo – e outros esportes também – que não demonstram seriedade para que alguém invista seu rico dinheirinho em canôas furadas. Nos tempos de Emerson, Piquet, Pacce e Senna, para não citar outros, corria-se de Turismo, Sport Protótipos, Carreteras e um monte de outras coisas – inclusive Formula V e Super V que era o que tinha na época – e os pilotos saiam daqui, sem patrocínio e, iam para qualquer canto do mundo e se saiam bem. O que precisa mesmo é ” ter corridas, bens organizadas, grid cheio e com bom público para o patrocínio acontecer e aí surgirem os pilotos que estão faltando…

  26. Lima disse:

    Basta olhar os últimos campeões da F-3 Sul Americana. Alguém aposta em algum? Talvez o Felipe Nasr seja o único piloto atualmente na Europa que se tenha alguma esperança, a turma brasileira da GP2 é mto fraca, buzaid, iaconeli & cia tb não anima ninguém.

    Nem na Indy parece que teremos substitutos a altura de Tony e Hélio

  27. Gustavo disse:

    Exigir que se criem categorias para os menos favorecidos é um absurdo… seria melhor fazer isso, antes, no Tênis, onde se gasta uma raquete e meia-dúzia de bolinhas, rs…

    O automobilismo não é o primeiro esporte em nenhum lugar do mundo, não seria diferente aqui… podem chorar e espernear…

  28. CARLOS BRUNNI disse:

    Infelizmente estamos caminhando p/ o fim mesmo…categorias de endinheirados…ou de amigos do dono da categoria. O dono da bola e do campo manda e desmanda. Veja o Racing Festival….os amigos do dono do campo e da bola…correm com patrocinio que o próprio dono do campo arrumou….enquanto pilotos menos conhecidos e com talento…..ficam chupando dedo enquanto os pilotos da Stock tiram suas diferenças pessoais no Linea se batendo desde a primeira volta….LINDO, né? A Fiat fornece os carros p/ a categoria….de graça e o dono da bola e do campo…..cobra de quem ele acha que tem de cobrar…..míseros R$155mil…..MOLEZA, né? o dia que o dono da bola e do campo perder o emprego na Italia….acaba a cetegoria dos amigos aquí….LINDO, né?

  29. Gustavo disse:

    Me desculpe, o automobilismo sempre foi para endinheirados.
    O que mudou é a inteligência dos torcedores, que na média diminuiu… então, se não ganhar não é bom piloto. Se brasileiro não ganhar não tem F1. Que Barrichello é fracassado, que Massa é segundão e outras besteiras…

    É a mesma coisa que dizer que o futebol no Brasil acabou, que sem o Brasil não ganhar a Copa Não tem graça.

    Tem muito babaca dando palpite na F1 e se achando especialista. Só isso…

    Ou quem corria de gordini, vemag, chevete e opala aprendiam algo que preste… se liguem…

  30. No Brasil não se apóia o que vai dar certo.
    primeiro esperam dar certo, entram com patrocínio, aproveitam a oportunidade, não fidelizam nada, não renovam nada.
    Aí o ciclo acaba.
    Todo mundpo vai embora, com os bolsos cheios e ainda dizendo que fizeram pelo esporte, pela educação, etc e tal.

  31. jugger disse:

    Melhor que os ingleses da F-1 de hoje, não mesmo…
    Já quanto aos germânicos… tirando Vettel, o que sobra? Acho que só Sutil tem realmente talento, Rosberg e fraco, o da Willians então….., e Schummi, foi o melhor, não é mais.

  32. Verde disse:

    Algo bastante emblemático é a participação do Brasil na tal da GP3, a categoria que surgiu esse ano como antesala da GP2. O país tem quatro brasileiros na categoria (Felipe Guimarães, Leonardo Cordeiro, Lucas Foresti e Pedro Nunes) e os quatro estão constantemente da 20ª posição para trás. Teve um treino oficial que os caras ficaram em 26º, 27º, 28º e 29º, algo assim. Só superaram um russo. Ficaram atrás de indonésio, romeno e norueguês.

    Estamos fodidos. Essa é a expressão.

  33. Ever Rupel disse:

    acho q aconteceu é um monte de bons/ótimos [nem por isso acima da média, ou não] pilotos indo pra F1 na hora errada, com carros errados e da forma errada…OU o limite deles era um degrau abaixo da F1…vai saber…adaptação, sei lá…

    torci por quase todos e sou fã da maioria…triste ver q não temos mais base mesmo e faz tempo!

    • Eduardo Rodrigues disse:

      Pessoal, olha só…eu discordo de todo mundo… quando você diz: “não existem mais campeonatos de base” ou “formadores”.. tão falando sobre o que??? Quando o Brasil teve um campeonato desse nível?? Copa Corsa?? Fórmula Uno? Pelo amor de Deus… claro, concordo que categorias importantes deixaram de existir, como Fórmula 3, etc, mas até aí, dizer que as categorias formadoras sumiram eu discordo.. porque afinal elas nunca existiram…. mas eu vejo que hoje o acesso ao esporte a motor é mil vezes maior e mais fácil que na época de nossos Três Mosqueteiros… haja vista, faça um teste… tenta chegar num sábado à tarde pra correr 30 min de Kart na Granja Vianna sem agendar…. malandro, vai ficar chupando o dedo!!! é muita gente correndo de amador, campeonatos alternativos… é claro que a maioria dos pilotos são veiões como eu e a maioria de vocês, mas tem muita mulecadinha nova tb que vai pegando gosto e partindo pro Profissional… Hj vc tem uma Copa Petrobrás, que revela e patrocina novos talentos, o esporte em si tem uma imagem comercial muito mais forte .. portanto, eu acho que estamos bem melhores … é claro que ainda não despontou nenhum novo “craque” Brasileiro ainda, mas se considerarmos o baile que nosso amigo Schumi ta levando do carro e do Rosberg, , como vc pode analisar os resultados de um Di Grassi ou mesmo o Seninha?? Bons ventos estão começando a soprar e acho que dentro de 5 anos teremos muito mais campeonatos e infra-estrutura pra quem curte velocidade (só pra constar, o Brasil é o segundo país que mais têm pilotos na F1 e pra chegar lá brother, num é qualquer mané).
      Abraços

  34. Alexandre Lourenço disse:

    O Brasil pode até não ter ganho outro título de F-1 após a morte de Senna, mas de Indy estamos muito bem , obrigado !!!!

  35. O Automobilismo é um esporte caro, que exige um alto investimento inicial, mas que tem um retorno a longo prazo lucrativo. O problema é que os empresários querem dinheiro pra ontem. Não investem em nada que leve 5 anos pra começar a ser lucrativo. Sem investimento, falta a oportunidade. Como a renda do Brasileiro é baixa se comparada com europeus, só brinca quem pode. E o problema é que é uma brincadeira de fato. Ninguém leva a sério. Nem a própria CBA. Lamentável isso

  36. Thiers disse:

    Isso é bem obvio, visto que a dita maior categoria do automobilismo nacional é a Stock Car que é tratada como lixo, perto dela, só a Formula Truck, fora isso, o que tem mais? Não existe automobilismo no Brasil, o que ainda diz ser automobilismo, é um monte de cemitério em forma de campeonatos e categorias e vários zumbis correndo ou tentando correr… Fora uma CBA que nada faz pra combater isso… Além de uma mídia esportiva brasileira que de fato depois do Senna, deu as costas quando viu que Barrichello foi uma promessa que não vingou pra ser um novo campeão…

  37. Pedro Liguori disse:

    Acho que esportes não são ensinados. Veja como o Brasil tem os melhores jogadores de futebol, e não se pode dizer que na Inglaterra ou na Alemanha, por exemplo, eles deixem de gostar do esporte. Acho que o mesmo pode se dizer do automobilismo. O problema é que as qualidades de um esportista tem de ser, necessariamente, praticadas. E é aí que o Brasil se complica, porque com a falta de acessibilidade ao automobilismo muitos possiveis futuros talentos podem sim se perder. Bom, é só minha opinião.

    Abs! Pedro
    sporstour.wordpress.com

    • Lucas S.A. disse:

      Tem mesmo? A Copa da África que o diga, né não? Você por acaso viu a seleção dos melhores da copa, quantos brasileiros tinha? E quantos brasileiros se destacaram positivamente nos campeonatos nacionais mais importantes do mundo? Um, dois?

      Não existe segredo: quer ser o melhor, treina; ou rala que rola, de acordo com filosofia “nikeana”. Daí onde o caboclo vai treinar automobilismo monoposto no Brasil, se você só tem Truck e Stock pra correr? Nós somos, desculpa o choque de realidade, a próxima China da Fórmula 1: tem pista, mas piloto que é bom…

    • Pedro Liguori disse:

      Lucas, eu vi. O Brasil tem sim os melhores futebolistas, mas não teve um time nessa última Copa, simplesmente assim. Faltou unidade. Tem brasileiro jogando no Real Madrid, no Milan, na Internazionale. Falando em material humano, ninguém faz futebolistas como o Brasil.

      E eu concordo com o que você falou sobre o automobilismo brasileiro. Mas ainda acho que, enquanto houver uma minoria endinheirada que manda seus ‘pimpolhos’ para o Velho Continente, correr na Itália, na Alemanha, na Inglaterra, o Brasil vai ter sim pilotos na F1. Se eles terão qualidade, eu duvido. Vejo essa geração de Alberto Valério e Luiz Razia e tenho calafrios.

    • PH di BH disse:

      É…Sr. Martins twittou este comentário e vale mesmo a pena ver. Comparar automobilismo com futebol é bexteira. São esporte completamente distintos. Toda criança ganha uma bola e o pai manda chutar. Quantas crianças ganham um kart? Investimento mto maior e, por isso, precisa ser muito mais organizado, pra poder atrair patrocinadores e empresas sérias. Fortalecer a base, com campeonatos decentes e organizados..sem isso, viraremos sim a China, como disse Mr. Lucas S.A

    • Pedro Liguori disse:

      Quando ninguém entende o que você quer dizer é foda.

      Desisto.

  38. Faria disse:

    Caro Victor:

    No Brasil de Policarpo Quaresma, nosso automobilismo é auto-suficiente. Temos, segundo a RGT, o melhor campeonato de marcas e pilotos do Mundo – a estoque. Logo, não precisamos do mundo …. Todavia, o próprio filho do Galvão está alçando voo em outros ares. Precisamos, na verdade entender que não haverá outro Pele, como dificilmente outro Piquet (o filho dele provou isso), outro Senna (veja o sobrinho) e outro Rato (veja o “sobrinho” ?). Temos bons pilotos … mas nenhum “craque”.

  39. bruno mantovani disse:

    O Brasil não tem mais o automobilismo de base, que era farto, produtivo e de sucesso na epoca de Fittipaldi-Piquet-Senna.

    Aliás, o Brasil não tem mais automobilismo. Tem apenas uma brincadeira de endinheirados.

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