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25 de outubro de 2014 - 11:05F1

Faltou, fessôr

SÃO PAULO | Precisaria chamar até o Ratinho para que ele defina quem é o pai da Caterham. Tony Fernandes não quer, a nova administração largou mão, os dois ficam brigando entre si, e a equipe foi parar nas mãos dos administradores, segundo a lei britânica. São representantes legais que não participam da formação original da companhia e que tentam salvá-la da bancarrota & concordata gerindo a empresa e/ou arrumando novos donos. Até por isso, a Caterham não vai aos EUA nem vem ao Brasil.

Mito não estará em Interlagos. Só por isso, não vou também.

Mas aí a gente chega para o fim de semana sabendo que a Marussia também não vai. Virou tipo semana do saco cheio, pelo jeito. Foi Ecclestone quem veio com a info. A Marussia vai vivendo um fim muito mais triste do que se imaginava, e coitado de Rossi, o Alexander, que esteve duas vezes na bica pra correr e nem vai poder estar na corrida de sua casa. É o maior sinal de que essas equipes não vão alinhar em 2015 — até porque… que empresa vai querer bancar uma equipe que pode não participar de uma corrida X?

A ausência de Marussia e Caterham é tema que abre discussões amplas e que serão vistas também no Grande Prêmio e nos blogs dos demais amigos da casa — nem falei da mudança para o UOL; sou um insensível. Mas no âmbito esportivo, há algo que muda sensivelmente: o formato da classificação para estas provas. O regulamento não previa sequer a situação de ver um grid com 20 carros, que dirá com 18.

Classificação

Não faria sentido manter a atual zona de nocaute, com apenas dois carros sendo eliminados no Q1 e seis no Q2 até que se chegue à superpole com os dez carros. A opção mais óbvia que se lança se baseia na proporcionalidade da regra: se com 22 carros, seis eram eliminados por fase, com 20 carros, seriam cinco; com 18, quatro. Assim, passariam para o Q2 14 carros, e a fase final ficaria intacta.

Outras duas opções que podem ser discutidas: fazer um Q3 com apenas oito carros e eliminar cinco nas fases anteriores — portanto um Q2 com 13 participantes — e até mesmo ceifar uma parte da classificação e começar direto no Q2, com 18 carros disputando as dez vagas da superpole.

Imagina-se que uma reunião deva acontecer na quinta-feira em Austin para que as equipes acertem o formato-tampão. Aliás, que sina é essa de o GP dos EUA sempre ter carros a menos, não?

12 comentários

  1. Marcelo disse:

    A Marussia é como a Carla Perez: domingo ela não vai!

  2. celso disse:

    Vivi pra ver o Victor Martins na primeira página do UOL.

    Adeus.

  3. Sil C San disse:

    Como assim, Mito não estará em Interlagos?

  4. Paulo disse:

    E depois era o Adam Parr que estava viajando na maionese hein…

    Só falta agora a Sauber anunciar o fim da festa também..

  5. Marcos Oliveira disse:

    Não vai ter jeito, Victão!
    Vão ter que alinhar 3 carros por equipe ano que vem. Porque a Sauber também já tá mal das pernas.
    Aí podem tacar le pau e liberar 3 pra todas as 8 restantes! 24 carros, tudo bonitchinho!

    E a tal da Haas, heim? 2016? Hum….

    • gustavo maia disse:

      pelas regras os times teriam uma aviso de 60 dias antes de serem obrigadas a inscreverem 3 carros. Além disso, o Boullier falou que, de verdade, demora seis meses, para arrumar o carro, contratar gente e ajeitar tudo para as viagens

  6. Hildegardo Drummond disse:

    Vítor: Porque não junta a Caterham e Marussia para se forma uma só equipe. A Caterusia ou a Marutham já pensou?

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