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14 de novembro de 2014 - 14:03F1

Nós somos jovens

SÃO PAULO | A resposta da Lotus às aberrações ditas por Ecclestone é simplesmente a melhor. De quem sabe usar como ninguém o que Bernie refuta: a realidade.

Adendo: a McLaren, com classe, também se manifestou.

8 comentários

  1. Alexandre Melo disse:

    Bernie adora aparecer. Declarações violentas são com ele mesmo. O cara saiu do anonimato e construiu um império de bilhões. Pegou a F1 que era praticamente amadora e a transformou no show que vemos hoje. O ronco dos carros está ruim, mas os V8 também eram. Para o ano que vem já foi dito diversas vezes que farão o possível para melhorar o som. Ele não quer as nanicas e ele está certo. Quanta gente já se aventurou e faliu? Que espetáculo as equipes pequenas trazem? E a vida do Ratzemberger que se foi em seu terceiro treino classificatório, foi erro dele? Em se tratando de Bernie Ecclestone, há de se ler nas entrelinhas. Ele enxerga a F1 como um negócio e realmente, um senhor rico de 70 anos é mais interessante que um bando de jovens. Redes sociais não dão lucro algum para o modelo de negócio que se tornou a F1. Isso dói em todo mundo, inclusive em mim, mas fazer o quê? Sejamos realistas. Se o grid estiver vazio para o ano que vem, a tv vai mostrar o que já vem mostrando há anos: batalhas entre Ferrari, Red Bull, McLaren, Williams. Em determinado momento, BMW ou Audi, Ford ou Toyota, Volkswagen, Porsche, Lamborghini podem simplesmente se interessar e entrar como gente grande. Ficar criando birrinha por conta de redes sociais ou pelas declarações do Ecclestone não vai mudar nada e é apenas enxergar o momento presente. A crise continua. Há de se pensar no futuro e só investimentos de peso manterão o negócio. Deixa doer, a gente é brasileiro e tá acostumado com coisa muito mais séria e problemática do que isso. Enquanto ele for vivo, estará por lá e vai mandar e desmandar, errar e acertar, como é a vida, como é com todos.

    • Paulo disse:

      Lendo seu comentário, fico imaginando quantos litros de Red Bull um senhor de 70 anos deve tomar por ano para justificar a presença de não só uma, mas duas equipes que pertencem à marca.

      Imagino também que são apenas senhores de 70 anos que consomem/utilizam essas marcas: Fiat, Santander, Renault, Shell, Mercedes, TNT, Monster, Martini e por aí vai.

      Os patrocinadores das equipes são tão ou mais importantes do que os patrocinadores institucionais da categoria, e do ponto de vista de Marketing e Mercado, Bernie está completamente equivocado. A maior parte das pessoas conhece e cria desejo de possuir uma marca muito antes de ter a condição financeira para tal. Você sabe que a Ferrari é uma das melhores marcas de carro do mundo mesmo sem ter condições de comprar uma. E isso, meu amigo, é boa parte do segredo no negócio.

  2. Rafa disse:

    Chupa velho do c

  3. Leo disse:

    Se o decrépito não usasse um cabresto que o impede de olhar pro lado, era só olhar o que a própria Lotus faz com as mídias sociais.

    Ele deve ter uma foto de cada acionista com uma cenoura no toba ou são piores do que ele. Só isso explica o fato de falar/fazer tanta m3rd4 com a categoria e ninguém se dar ao trabalho de se retrucar. Quem cala, consente.

  4. Rodrigo disse:

    Não que concorde com ele, mas não acho que o problema da F1 seja a falta de público jovem ou presença em redes sociais. O problema é o produto F1. Se o produto fosse bom, não faltariam fãs. Coloque carros de verdade, com ronco e pneus de verdade correndo em pistas de verdade pra você ver. Quando o produto é bom, os fãs aparecem. É o que a Apple faz e funciona que é uma beleza. Vai ver se a Apple gasta um puto com página de Facebook, Twitter, Instagram, etc.

    • Eduardo Schmidt disse:

      De fato, concordo.

    • Gonzalez disse:

      Mas se ele se lixa para o público mais jovem, por que ele estaria preocupado em fazer um espetáculo melhor? Esse que ta aí já lhe rende uma polpuda grana! Além do que, a F1 daqui a 20 anos não é problema do Tio Bernie! Ele sabe que não estará mais aqui, então a ordem é sugar o máximo até o dead line dele… ou da F1, o que acontecer primeiro!

    • Tiago Albino disse:

      Concordo com você.

      A F-1 se tornou um produto ruim.

      É preciso ter o que você escreveu: carros de verdade, com ronco e pneus de verdade correndo em pistas de verdade pra você ver.

      Hoje, o que se tem?

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