Pontos da Campos

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SÃO PAULO | Notícia leve e breve, diante do que pode vir: a Campos, que virou a maior possibilidade de Nelsinho Piquet na F1, fez uma proposta ao brasileiro, em que a base salarial estaria diretamente atrelada à pontuação do campeonato. Trocando em miúdos, Piquet ganharia pelos pontos conquistados em 2010.

A opção Williams ficou mais distante. Nico Hülkenberg é praticamente certo. E a equipe ou vai manter Nico Rosberg, a duras penas, ou pegar um piloto de ponta, experiente, tipo Robert Kubica.

Não à toa, Piquet já começou a ver que há vida fora da F1…

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4 Comentários

  • E o Kubica irá trocar uma bomba por algo incerto. Ano que vem, a Williams vai penar de novo, seja de motor Toyota, seja de Cosworth.
    Esse piloto merecia um destino melhor.

  • O nelsão vivia criticando o Barrichello por não assinar aquele contrato de risco com o Briatore anos atrás. Vamos ver se o filho dele tem culhões pra fazer isso, então.

  • Bom, ele tem dinheiro pra se manter um ano aí. Também duvido que essas equipes novas, salvo uma grande zebra, consigam marcas pontos. Ou alguém acerta e muito o projeto do carro, já que, creio eu, tanques maiores vão exigir um grande reestudo dos carros.

  • O problema ai’ e’ que a Campos com motor 2006 da Cosworth, sem experiencia etc… nao vai pontuar tao cedo (a FIndia demorou que so’ esse ano e estava no meio do grid ja tem um bom tempo) – entao esse contrato equivale a trabalhar de graca. So’ vale a pena topar uma desas se estiver pensando a longo prazo, como um passo pra em 2011 arranjar outra equipe.

    De repente era uma boa o Nelsinho ir pra Indy em 2010, ver se a Ganassi ou a equipe do Gil De Ferran estao precisando de piloto.

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O dono da bola


É jornalista, palmeirense, dinamarquês por opção e sempre pensou que ia ter de cobrir futebol antes de chegar ao automobilismo, que acompanha desde os 7 anos. E desde que se formou, está na Agência Warm Up e no Grande Prêmio, isso há mais de 13 anos. Neste tempo, foi colunista do iG, escreveu para 'Folha de S.Paulo', 'Lance!' , 'Quatro Rodas' e 'Revista Audi', foi repórter da edição brasileira da 'F1 Racing', cobriu F1, Stock Car, DTM, a Indy e quatro edições das 500 Milhas de Indianápolis, e outras categorias ‘in loco’. Agora também é comentarista dos canais ESPN. Conheceu cidades como Magdeburgo, São Luís, São Bento do Sul e Nova Santa Rita, traduziu um livro da Ferrari e já plantou um monte de árvores. Tem quem fale que seria um grande ator, mas ter ganhado o Troféu ACEESP 2011 como 'Melhor repórter' da imprensa escrita mostrou a escolha menos errada. Adora comida japonesa, música eletrônica e odeia ovo, ervilha e esperar. “Necessariamente nessa ordem", diz.
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