A audiência mundial

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SÃO PAULO | Vez ou outra é legal ver os dados de acesso da audiência para ver cidades, estados e países que estão conectados na gente, mais especificamente no Grande Prêmio. E no top-10 dos municípios, aparecem duas surpresas.

São Paulo é o carro-chefe, de certa forma bem à frente da segunda colocação. Que sempre foi do Rio de Janeiro, mas que está bem perto de ser superada por Salvador. A diferença é de 0,3%, por enquanto. Brasília e Belo Horizonte completam os cinco primeiros da lista.

Curitiba é mais uma capital que surge na sequência. E em sétimo lugar, outra. Só que de um país. Lisboa. O Gil Queiroz, que anda muito nervoso ultimamente em seus comentários, é de lá? Abraço aos gajos, pois,  pois.

Depois aparece uma cidade da qual, confesso, nunca tinha ouvido falar. E se fosse chutar pelo nome, pensaria que era nordestina. Bom Jesus do Itabapoana, no RJ, desponta num oitavo posto surpreendente. Então vêm as sulinas Porto Alegre e Florianópolis.

A primeira cidade da região Norte é Manaus, apenas em uma 32ª módica colocação. A segunda nortista também chama atenção: Porto Velho.

Dos ‘xenos’, depois dos lusos aparece Nova York em segundo, a japonesa Nagoya em terceiro, a nem tão conhecida Hackensack (New Jersey) em quarto e sede da Olimpíada de 1996, Atlanta, em quinto. A californiana Palo Alto, Madri, Miami,  a portuguesa Carnaxide e Luanda seguem. Falando em africanas, a moçambicana Maputo vem na bota dos angolanos. Na Oceania, a líder é a australiana Sydney.

Tirando os países ibéricos, Dublin é quem se destaca na Europa, precedendo Milão e a norueguesa Oslo. Dubai e Manama, no Bahrein, são cidades que vêm à frente de Sertãozinho, Camboriú e Birigui, por exemplo. Lá pelos lados soviéticos, Moscou perde para Astana, capital do Cazaquistão, e ganha raspando de Cartum, no Sudão. Porto Príncipe, vejam só, ganha de Bragança Paulista. No top-500 ainda aparecem cidades como a capital de Luxemburgo, a cidade-estado de Cingapura, Harare (Zimbábue), Bratislava (Eslováquia) e Surabaya (Indonésia).

A todos, meu agradecimento.

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O dono da bola


É jornalista, palmeirense, dinamarquês por opção e sempre pensou que ia ter de cobrir futebol antes de chegar ao automobilismo, que acompanha desde os 7 anos. E desde que se formou, está na Agência Warm Up e no Grande Prêmio, isso há mais de 13 anos. Neste tempo, foi colunista do iG, escreveu para 'Folha de S.Paulo', 'Lance!' , 'Quatro Rodas' e 'Revista Audi', foi repórter da edição brasileira da 'F1 Racing', cobriu F1, Stock Car, DTM, a Indy e quatro edições das 500 Milhas de Indianápolis, e outras categorias ‘in loco’. Agora também é comentarista dos canais ESPN. Conheceu cidades como Magdeburgo, São Luís, São Bento do Sul e Nova Santa Rita, traduziu um livro da Ferrari e já plantou um monte de árvores. Tem quem fale que seria um grande ator, mas ter ganhado o Troféu ACEESP 2011 como 'Melhor repórter' da imprensa escrita mostrou a escolha menos errada. Adora comida japonesa, música eletrônica e odeia ovo, ervilha e esperar. “Necessariamente nessa ordem", diz.
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