A morte de quem não nasceu

A

SÃO PAULO | A FIA acaba de informar que a USF1 morreu. Na verdade, a equipe mal nasceu. Mas pela brincadeira de ganhar uma chance na F1 e não aproveitá-la, a entidade, via Conselho Mundial — e sem a presença de Jean Todt —, foi severa.

Na reunião de ontem em Genebra, o Conselho julgou o pecado-mor da dupla Peter Windsor/Ken Anderson, que enganaram Bernie Ecclestone, José María López, o cofundador do YouTube e mais meio mundo. Assim, receberá uma multa de € 309 mil (aproximadamente R$ 682 mil) e um banimento ad aeternum da equipe em qualquer campeonato que estiver sob sua chancela. Ou seja, nem mesmo comprando uma equipe a USF1 reaparece.

Ainda que não veio, vai tarde.

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3 Comentários

  • Eugênio, voce acha pouco a USF1 ter tirado a vaga de outras equipes, como a Stefan, porque prometeu, prometeu e não cumpriu? E ainda por cima, não cumpriu da forma como ela não cumpriu? Tá certa a FIA sim, ela quer com isso não ter mais problemas com gente de indole ruim, como Peter Windsor e Ken Anderson e estão certissimos os membros do conselho…

  • Achei a punição severa e um tanto quanto desnecessária. Tá certo que a USF1 prometeu, prometeu e no final deu um bolo na FIA, mas creio que só a multa seria necessário (claro que, nesse caso, a multa deveria ser maior). Uma equipe americana poderia trazer maiores lucros à F-1 e talvez o circuito de Indianápolis de volta. Nada à favor dos americanos, pelo contrário, quero mais que eles fiquem trancados numa cela cheia de argentinos, mas que seria bom para o espetáculo, seria.

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O dono da bola


É jornalista, palmeirense, dinamarquês por opção e sempre pensou que ia ter de cobrir futebol antes de chegar ao automobilismo, que acompanha desde os 7 anos. E desde que se formou, está na Agência Warm Up e no Grande Prêmio, isso há mais de 13 anos. Neste tempo, foi colunista do iG, escreveu para 'Folha de S.Paulo', 'Lance!' , 'Quatro Rodas' e 'Revista Audi', foi repórter da edição brasileira da 'F1 Racing', cobriu F1, Stock Car, DTM, a Indy e quatro edições das 500 Milhas de Indianápolis, e outras categorias ‘in loco’. Agora também é comentarista dos canais ESPN. Conheceu cidades como Magdeburgo, São Luís, São Bento do Sul e Nova Santa Rita, traduziu um livro da Ferrari e já plantou um monte de árvores. Tem quem fale que seria um grande ator, mas ter ganhado o Troféu ACEESP 2011 como 'Melhor repórter' da imprensa escrita mostrou a escolha menos errada. Adora comida japonesa, música eletrônica e odeia ovo, ervilha e esperar. “Necessariamente nessa ordem", diz.
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