Brasil no banco

B

SÃO PAULO | Com a troca de Bruno Senna por Sakon Yamamoto, o Rodrigo França, assessor e dirigente nas horas nunca vagas, deu uma ideia de uma pauta que rendeu uma matéria na Revista Warm Up deste mês. Os brasileiros foram os pilotos mais ‘sacados’ na F1 desde 2001.

Foram oito pilotos no total. Além de Senna, pela ordem cronológica, tivemos Ricardo Zonta, Luciano Burti, Tarso Marques, Felipe Massa, Antonio Pizzonia, Cristiano da Matta e Nelsinho Piquet. Depois da primeira troca, Zonta fez algumas aparições esporádicas. Burti foi trocado duas vezes no mesmo ano, 2001, e nunca mais correu. Pizzonia teve algumas chances na Williams depois de ser defenestrado pela Jaguar. Da Matta e Nelsinho não tiveram mais chances. Só Massa, destes, é que se recuperou.

Dos demais, algum foi injustiçado por esta vida cruel e perfídia da F1?

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46 Comentários

  • Não sou expert na carreira de todos os listados. Pelo que vi pra falar em eventual injustição só mencionaria o Cristiano da Matta e o Nelsinho (pela CV dele antes da F1).

    O restante da lista me pareceu serem pilotos muito dos normais/medianos.

    Abraços a todos.

  • Da Matta foi, disparado, o mais injustiçado de todos na década. O Zonta também tinha nível de F1. Mas os outros, no momento de suas substituições, davam motivos para serem sacados.

  • Existe muita ipocrisia na F1 . Se os ingleses tem uma equipe deles, um piloto deles, um motor deles, Quando pe que um brasileiro iria ter chance de lutar contra eles. Já dizia o Edmundo dos tempos do Vasco da Gama, num jogo no Nordeste : “um time paraíba, com um Juiz paraíba, você quer o quê ? – Isso é uma mera parábola, mas quanto à F1, só sobrevivem os fortes, e entre eles , os nossos considerados “chatos” como Nelson Piquet, mas soube se impôr, e nos trouxe 3 campeonatos, o Senna , guerreiro, mais 3, o Emerson, que nos leva à época romântica da F1, com seus 2 títulos… Acho que se naquela corrida que o Rubinho teve que parar o carro pro Schumaker vencer, ele tivesse chutado o balde, seria o melhor exemplo de ser macho, ser digno, dane-se a equipe, o que realmente vale não pode ser o dinheiro, pois eles não precisam dele pra viver, se não, não estariam lá, quebra o contrato, joga a m…no ventilador, aí sim, vão aparecer quem realmente tem de sair da F1. Isso vale pro Nelsinho. Que existem muitas perseguições, todo mundo sabe, mas sabemos também que nem todos os brasileiros tem o talento dos nossos tres campeões. O Shumaker com sus 7 títulos, dogo que pelo menos 3 deles foram contra ninguém. queria vêlo correndo com igualdade de condições de carro e equipe com o Lafitte, o Rony Peterson, Gilis Vileneuve, Clay regazoni, Alan Jones, Carlos Rottman, isso sem falar no Mansel, no Senna, com o Lauda, no Piquet … Mas ele era dominador, nojento, se impunha, o único título que ele disputou de verdade com as mesmas armas que ele usava, que era a covardia, ele perdeu para o Jaques Vileneuve. O caso mais revente foi o Rubinho na Brawn, Comandada pelo mesmo Ross Brawn que o renegou na Ferrari. Enquanto não aparecer outro Brasileiro “chato”, “cri-cri” para infernizar os gringos, seremos tratados como estamos sendo.

  • O mais injustiçado de todos os brasileiros citados na lista, sem dúvidas, foi o Cristiano da Matta. Foi o melhor brasileiro surgido nesta leva dos anos 2000(incluindo o Massa) e fez uma temporada brilhante para as condições da Toyota na época. Tirando o início da temporada 2005, quando a toyota andou bem com o Trulli, o piloto que conseguiu mais destaque para os japoneses foi justamente o Da Matta, liderando aquela corrida de Silverstone em 2003 à frente de Raikkonen e sua Mclaren…

  • Na minha opiniao o maior injusticado foi o Enrique Bernoldi q na minha opiniao era o melhor e mais talentoso de tdos eles. Injustica a falencia da Arrows e ele nunca mais ter tido uma chance como titular. Tdos os outros guiaram carros de equipes medias e grandes e ele fez bem mais bonito c uma carroca da Arrows!!

  • Talvez o Da Matta, o resto continua sem andar nada demais, tanto que nenhum deles conseguiu se destacar em categoria nenhuma depois. Vide a poeira que alguns deles comem ou já comeram na Stock…

  • Olha … desse povo todo só sinto realmente pelo Da Matta.

    O Pizzonia era um baita potencial, tinha ganho tudo até ir pra F1. Mas sempre o achei imaturo demais pro ambiente da F1, cabeça fraca. Sem contar que a capotagem do Jaguar de rua com os bacanas da empresa em um circuito foi algo que queimou bastante o filme dele no ambiente da F1 … http://www.youtube.com/watch?v=Jc8uZGDAdQE

  • Desses nomes aí acho que só o Cristiano da Matta realmente foi injustiçado. Foi bem na Toyota, mas não teve continuidade. Talvez o Zonta merecesse uma chance, mas acho que ele sempre esteve mais para um piloto de testes ad eternum, tipo Luca Badoer ou Marc Gene.

    O Burti e o Marques não tinham nivel para se manter na Formula 1 (nem na Estoque eles se destacam).

    Pizzonia e Piquet tiveram chances sim e foram bizonhos. Não merecem retornar a categoria pelo que fizeram.

    No caso do Piquet, tudo bem que tinha todo o fato de correr sob a sombra do Alonso e num ambiente não muito amigável, mas ainda acho que se ele realmente tivesse um potencial notável, tipo o Kubica ou o Vettel nos seus primeiros anos, ou o Kobayashi hoje, teria se sobressaído em algumas corridas.

  • O Da Matta fez milagres com a carroça da Toyota.

    O Pizzonia foi sacaneado na Jaguar (pelo Webber, dizem) e deu muito azar nas poucas chances na Willians.

    O Nelsinho nunca teve uma real chance desde que entrou … graças ao excelente manager.

    Abraço
    JCS

  • Sim. O da Matta foi demitido depois de fazer uma temporada impecável, levando uma Toyota capaz de brigar por um ou dois pontos a liderar uma corrida.

  • Ricardo Zonta – bastante
    Luciano Burti – foi, mas não era muito melhor do que o DLR
    Tarso Marques – ótimo piloto, mas nunca teve din-din pra se manter na Minardi
    Felipe Massa – acho que sim
    Antonio Pizzonia – mais ou menos
    Cristiano da Matta – bastante
    Nelsinho Piquet. – sim

    O último piloto brasileiro que, para mim, saiu sem nunca ter merecido entrar é o filho do dono do Pão de Açúcar.

  • Brasileiros trocados ou preteridos em “concorrências”. Ao contrário das teorias conspiratórias, ou foi justo, ou nada se perdeu quase sempre:

    Ricardo Zonta-> Panis (tanto faz), Trulli (um pouco melhor o Trulli) e Alesi (melhor Alesi)
    Luciano Burti -> De la Rosa (dá na mesma) e Enge (só $$$ explica, mas tb não ia dar em nada)
    Tarso Marques > Alex Joong (na minardi tanto faz, foi para os EUA e não fez nada)
    Felipe Massa -> Heidfeld (Massa era jovem. Na época, Heidfeld, hoje, Massa)
    Antonio Pizzonia -> Justin Wilson (prefiro o Wilson), na Jaguar deu na mesma
    Antonio Pizzonia -> Heidfeld e Rosberg (trocas justas)
    Cristiano da Matta -> Zonta (tá de sacanagem?, pra mim, única injustiça)
    Nelsinho Piquet. -> Grosjean (francês falsificado, deu na mesma)

  • Isso mostra aquilo que muitos se recusam a enxergar. o foco da F1 hoje é Europa e Ásia. As Américas deixaram de ser uma prioridade há muito tempo. Villeneuve se foi, Montoya se foi, argentinos nunca mais apareceram, norte-americanos quando chegam viram chacota e brasileiros hoje são meros penetras. Só servem pra segundo piloto.
    Aí eu pergunto, o Brasil deixou de produzir talentos no automobilismo de uma hora pra outra? Ou será que tio Bernie e Cia. já não tem mais a mesma boa vontade com quem vem do outro lado do Atlântico?

    • Não só o Mario Andretti. O Phil Hill foi campeão em 1961, depois houve grandes pilotos, como Dan Gurney e Peter Revson. Nos anos 80 tinha o Eddie Cheever, que não era um grande piloto, mas fez uma carreira digna. Então, de repente, de 20 anos pra cá, nenhum norte-americano serviu pra F1. Coincidência ou não, desde a época em que a Indy se tornou uma ameaça (depois deixou de ser, mas um dia foi).

  • Piquet e o Senna são muito bons, só que os originais. O Piquezinho depende do $$ do papai e o Senna não é constante (vide GP2). Nenhum dos dois faz falta.

    O Zonta e o Pizzonia foram injustiçados, poderiam ter feito mais. Mas eles tb não eram gênios e na média pouco se perdeu.

    Luciano Burti não é de nada. Tarso Marques não correu, pois Minardi não é carro de F1. Mas quando foi para os EUA, não mostrou nada.

    Talento mesmo tinha/tem o Da Matta. Aí sim o esporte perdeu.

  • Srs. Concordo com alguns colegas, destaque aos pilotos da Matta e Zonta, ambos estavam em sua melhor forma a época, faltou sorte aos dois, mas como se diz por aí, sorte é estarmos preparado para as oportunidades na hora e local certo. Nelsinho apesar de talentoso perdeu a carreira por causa do controle psicologico que todo pilto deve ter.

    Falando de perspectivas de futuro, dos atuais brasileiros no grid, vejo em Di GRassi o proximo talento brasileiro e dependendo de como sua carreira se desenvolver lutar pelo título algum dia.

    E vamu que vamu.

  • Acho que o Burti merecia uma chance, poucos se lembram, mas a Ferrari fez os dois melhores carros da década passada (2002 e 2004 ambos com 15 vitórias em suas temporadas respectivas) quando ele era pilotos de testes, não que ele tenha sido determinante, mas alguma contribuição ele deve ter dado.

  • DaMatta foi injustiça.
    Zonta esteva no lugar errado na hora errada, deveria ter ficado como piloto de teste da Mc Laren por mais um tempo.

    Piquet Jr, sempre foi um lixo, Burti who??? Pizzonia outro exemplo de lugar errado na hora errada.

  • Como disse no Twitter, dos pilotos q entraram, só uns 5 o fizeram por talento. Outros 5 por serem novatos. O resto, tinham $$, vide os 5 japas incompetentes.
    A F1 é cada vez mais business (mto $$) e perdemos a chance de vermos talentos brilharem…

  • Alô Victor,
    E se voltarmos um pouco mais no tempo a lista cresce bastante: Moreno, Pedro Paulo Diniz, Ricardo Rosset, Christian Fittipaldi. E dessa turma toda, desde 93, só Barrichello permanece firme e forte.

    E quem mais uma vez está honrando a pátria verde-amerela? Ele, Barrichello, porque Massa está atravessando uma fase ruim. E Rubinho já está merecendo um pódio.

    Um abraço.

  • Desses aí, acho que o Nelsinho, o Zonta e o Pizzonia não fizeram mais do que figuração. E nem adianta dizer que eles foram ótimos nas categorias de base, pois dos citados por um amigo aí encima, o Enge e o Grosjean também foram bem na base, e nós brasileiros os consideramos ridículos. Talvez o Zonta mereça algum crédito, já que tinha que correr contra o patrão, mas continua sendo só um talvez. Aí temos o caso do Da Matta, que estava fazendo uma temporada bastante sólida e aí puft, sumiu. O Tarso Marques serviu como um bom professor par ao Alonso, e faz uns carros que considero horríveis. O Burti além de faturar com a gráfica ganha uns trocos como comentarista. Bem, podemos considerar que o único que se lascou de verdade foi o Pizzonia.

    • Se os caras são ridículos porque os BRASILEIROS os consideram ridículos, é evidente que o problema está na falta absoluta de bom senso dos torcedores da Terra Brasilis e não nos pilotos.

      Até porque Grosjean e Enge são dois ótimos pilotos.

  • O Da Matta foi o melhor piloto que já passou pela Toyota.
    Ele é muito bom mesmo, faltou tempo, oportunidade.
    Parece que eles queriam um piloto alemão de qualquer jeito e o Cristiano estava muito impaciente, com razão, reclamando do carro de 2004.

  • Zonta: ir dividir rodas com o dono da equipe (BAR) já era temeroso. Depois foi prejudicado com um acidente devido a problemas com o carro e ficou parte da primeira temporada sem pilotar. Acho que merecia mais uma chance à época;
    Pizzonia: maior problema foi a cabeça do rapaz. Teve azar quando iria conseguir um pódio com a williams e o carro quebrou. teria garantido a vaga pro ano seguinte;
    Burti e Marques: nunca mostraram talento na F1;
    Da Matta: foi prejudicado por problemas políticos dentro da equipe. com um carro razoável teria garantido vaga na F1. Uma pena;
    Nelsinho: Péssima escolha de equipe. Depois faltou cabeça. Como o Briatore vai voltar, o Bernie deveria garantir uma vaga pro rapaz também.
    Senna: outra péssima escolha de equipe. se for verdade a história do email endereçado ao chefe vai ficar com o filme queimado. Sempre se mostrou irregular na GP2. Não vejo muito futuro, vai ter que correr pra uma vaga numa novata do ano que vem.

  • Eu acho que o Cristiano da Matta merecia mais uma chance ou mais tempo na F1. pelo pouco que eu entendo, poderia ter ajudado mais a Toyota!
    Abraços

  • Da Matta e Bruno Senna. Da Matta tinha grande potencial e chegou a liderar o GP de Silverstone com aquela Toyota de m*. Já Bruno Senna andou bem com o seu lixo de carro durante metade da temporada. Quase sempre na frente de Chandok e volta e meia na frente de uma ou duas Virgins. Chegou a dar 2 voltas em uma mesma corrida em Chandok, na chuva.
    Mas não tinha dinheiro suficiente. Esperamos que esse episódio o faça ir para uma equipe melhor ano que vem.

  • Um monte de pilotos já falou que o clima da Formula 1 é cruel. Diz o Montoya que esse é um dos motivos para ele não ter voltado.

    Eu acho que, se você não tem “sangue frio” para estar, a seleção natural te tira e pronto.

    E antes que me interpretem errado:

    Da Matta tem sangue frio. É ótimo. Mas falou muito.
    Pizzonia era muito bom, mas Webber soube dobrar. Todos tentam dobrar todos.

    E ele faz isso agora, com Vettel, que ainda é “novo”.

    Enfim. Acho que quem não ta indo bem merece ser sacado sim.

    Ahh.. mas tem um “porém”:

    Se a maioria dos que foram sacados foram brasileiros desde 2001, isso se deve tambem porque a leva foi grande, apesar do estrangulamento das categorias de base no Brasil.

    Hoje em dia já fica mais dificil. Abraços.

  • Acho que a maioria pode se considerar injustiçada. Nem tanto pelos seus predicados enquanto pilotos, mas por quem os substituíram….

    Afinal de contas Alex Yoong, Thomas Enge e Romain Grosjean não foram muito mais do que apenas números na F1 (e se forçar um pouco a barra, nem o Pedro de la Rosa, que pra piloto foi um excelente test-driver).

    O que faltou em muitos casos foi o tal do patrocinador, que ajuda a colocar até nabas como o Yuji Ide, Yoong e Yamamoto…..

    • Concordo! Cristiano apontou o problema do rendimento da Toyota, mas não quiseram dar-lhe ouvidos. Se estivesse aí, entaria no segundo pelotão fácil.

    • O Da Matta liderou corrida na Inglaterra, deu um drible sensacional nos Schumacher brothers em Suzuka e superava fácil o Panis. Só foi sacado porque a direção da Toyota na F1 era totalmente incompetente. Vemos que depois de tanto tempo e tantos dólares, euros e ienes gastos, eles não chegaram a lugar algum. Deveriam ter ouvido o Da Matta e não dispensá-lo. Imbecis.

    • Eu também acho. A primeira temporada dele foi ótima, chegando até liderar corridas e dando um chocolate em seu experiente companheiro Panis. Mas o problema de ele ter saído foi Mike Gascoyne. Esse cara queimou o Cristiano na Toyota e o mineiro que não leva desaforo pra casa foi a público tirar satisfações sobre o projeto do carro e Mike. Isso fez a cúpula japonesa ficar muito chateada e sacá-lo. Tempos depois os japoneses mandaram o Mike embora, dando razão a Cristiano (tardia infelizmente). Queimado injustamente, Cristiano voltou aos USA quando sofreu aquele terrível acidente ao atropelar um cervo com seu carro. Este piloto merecia melhor sorte por todo seu trabalho e personalidade.

  • Sobre os que saíram não tem muito o que comentar no geral, é caso a caso. Só acho que vale a pena ressaltar que o Rubinho já viu todos esses entrarem e saírem da F1 e está em vias de renovação com a Williams. Bonito.

    • Cristiano da Matta e Antônio Pizzonia acho que foram, na minha opinião os mais injustiçados. O Cristiano levou a Toyota nas costas um tempão e era bem sincero nas declarações dele sobre o carro. Sabia que havia algo errado. O Pizzonia teve até ‘campanha’ dos mecânicos quando substituiu não lembro quem na Williams… Uma pena estarem fora da F-1.

Por

O dono da bola


É jornalista, palmeirense, dinamarquês por opção e sempre pensou que ia ter de cobrir futebol antes de chegar ao automobilismo, que acompanha desde os 7 anos. E desde que se formou, está na Agência Warm Up e no Grande Prêmio, isso há mais de 13 anos. Neste tempo, foi colunista do iG, escreveu para 'Folha de S.Paulo', 'Lance!' , 'Quatro Rodas' e 'Revista Audi', foi repórter da edição brasileira da 'F1 Racing', cobriu F1, Stock Car, DTM, a Indy e quatro edições das 500 Milhas de Indianápolis, e outras categorias ‘in loco’. Agora também é comentarista dos canais ESPN. Conheceu cidades como Magdeburgo, São Luís, São Bento do Sul e Nova Santa Rita, traduziu um livro da Ferrari e já plantou um monte de árvores. Tem quem fale que seria um grande ator, mas ter ganhado o Troféu ACEESP 2011 como 'Melhor repórter' da imprensa escrita mostrou a escolha menos errada. Adora comida japonesa, música eletrônica e odeia ovo, ervilha e esperar. “Necessariamente nessa ordem", diz.
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