Cypher captain

C

SÃO PAULO | É na manhãzinha do horário brasileiro de inverno agora rigoroso que os caros internautas vão acompanhar no Grande Prêmio a descoberta de um dos homens que está por trás do projeto da misteriosa Cypher.

Steve Brown é engenheiro e trabalhou no ano passado na Brawn — ou seja, com Rubens Barrichello. Provavelmente não é o chefe da empreitada, mas ocupa um cargo diretivo na Cypher, que quer Nelsinho e Nelson Piquet. Brown havia deixado a Brawn no fim do ano passado para se juntar à USF1. Deu no que deu.

Ao menos, a Cypher tem alguém do ramo no negócio.

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7 Comentários

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  • Parabéns pela revista Victor, está ficando a cada edição melhor que a anterior.
    Uma dúvida: O que o Nelson-Pimpolho tem a dizer sobre isso tudo e em especial sobre o contato que recebeu?… Não fala nada, nadinha?

  • Legal Vitorino … essa edição da revista tá muito legal !!!

    Acho que vc como diria um adorador de frases famosas “Matou a cobra e mostrou o pau “. Essa história ou estória da Cypher só pode ter vindo de filme (que vc descobriu por sinal) … é coisa de nerd doido

    Parabéns… sensacional a revista e a matéria

    JCS

  • Vitor, aproveitando o topico sob as novas equipes : Na ultima edição, algum dos jornalistas escreveu que a lingua basca se resume meramente a um ‘dialeto’ da região, o que é errado.

    A lingua tem sim carater oficial, assim como qualquer outra falada em qualquer uma falada em qualquer outra regiao autônoma da Espanha, não sendo somente um dialeto, que é algo completamente diferente.

    Erro meio grotesco, eu arriscaria dizer.

Por

O dono da bola


É jornalista, palmeirense, dinamarquês por opção e sempre pensou que ia ter de cobrir futebol antes de chegar ao automobilismo, que acompanha desde os 7 anos. E desde que se formou, está na Agência Warm Up e no Grande Prêmio, isso há mais de 13 anos. Neste tempo, foi colunista do iG, escreveu para 'Folha de S.Paulo', 'Lance!' , 'Quatro Rodas' e 'Revista Audi', foi repórter da edição brasileira da 'F1 Racing', cobriu F1, Stock Car, DTM, a Indy e quatro edições das 500 Milhas de Indianápolis, e outras categorias ‘in loco’. Agora também é comentarista dos canais ESPN. Conheceu cidades como Magdeburgo, São Luís, São Bento do Sul e Nova Santa Rita, traduziu um livro da Ferrari e já plantou um monte de árvores. Tem quem fale que seria um grande ator, mas ter ganhado o Troféu ACEESP 2011 como 'Melhor repórter' da imprensa escrita mostrou a escolha menos errada. Adora comida japonesa, música eletrônica e odeia ovo, ervilha e esperar. “Necessariamente nessa ordem", diz.
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