Ao som de 2013

A

SÃO PAULO | Depois de um longo e nada tenebroso verão, eis-me aqui, de volta. A todos, um 2013 de muita paz, saúde, fartura, sucesso e conquistas. Aquelas coisas todas que a gente deseja e tal, de coração, no caso aos velhos e novos leitores deste espaço.

Não aconteceu tanta coisa assim neste ínterim — só a confirmação de Barrichello na Stock Car, sem nenhuma pompa ou declaração do piloto. Ainda se espera a definição da vida de Senna: uns apontam para a vaga restante na Caterham, outros indicam que é a Mercedes no DTM. O jornalismo dinâmico tem atuado.

Mas a notícia do dia é a seguinte: a CPTM, que cuida, digamos assim, dos trens em São Paulo, importou a ideia da Suécia e vai colocar degraus sonoros na estação Osasco, no estilo piano. Então as pessoas que descerem ou subirem a escada convencional vão produzir os sons como se estivessem tocando. Tudo para incentivar o desuso da escada rolante e proporcionar um exercício indireto à população. Genial.

Lá no país nórdico, tudo saiu da cabeça da Volkswagen.

Sobre o Autor

Victor

Jornaleiro, dinamarquês, bebum, calhorda, galhofeiro, mulambo e autor de selfies com urnas. Tô sempre no Grande Prêmio e às vezes na ESPN

6 Comentários

  • Só espero que alguns dos usuários dessas linhas – infelizmente, a maioria – exercitem também a educação e a cordialidade. Não custa nada, não exige esforço físico nem mental (mas as vezes parece que exige, e muito). Apenas botar em prática. Fica tudo muito mais fácil pra todo mundo.
    Espero que isso não seja sonhar com um mundo perfeito.

  • Victor,

    A idéia parece ser boa. Fico pensando se, depois de algum tempo, quando deixar de ser novidade, as pessoas não enjoarão do barulho e terá um efeito inverso… ? Mas isso só o tempo dirá. Enquanto estiver funcionando, ótimo.

    Feliz 2013 e vê se escreve mais neste ano!

    Abç!

  • Bem vindo de volta cara! E feliz 2013!

    Aquela ideia foi uma bela sacada. Mas vai ser uma modinha, logo será esquecida e todo mundo voltará a escada rolante de sempre. É necessario uma conscientizaçao, coisa que, aqui no Brasil, é mais dificil que no resto do mundo.

    Ainda assim, é um começo. Ou uma tentativa :)

  • Victor, bom retorno e um feliz 2013…
    Pergunta para o amigo – Barrica e Tony não vão correr o desafio das Estrelas pois estão nos EUA treinando para as 24 horas de Daytona.
    Este é o verdadeiro motivo ou existe uma certa “retaliação” contra o Massa pelo fato dele não ter participado das 2 últimas 500 milhas no Beto Carreiro?
    Soube de um amigo que o Massa, após lançar o Desafio das Estrelas, deixou de lado correr as 500 milhas, que é a categoria que o Barrica é uma espécie de “mentor e divulgador”…
    Sabemos Victor que sempre existiu mi-mi-mi por parte do Barrica. Mas acho que “deixar de correr por uma retaliação” é factóide…
    Abraços,
    Marcelo

      • Grande Arnaldo, foi um amigo do “meio”…
        Como escrevi, para mim é factóide (não acredito em uma atitude como essa), mas tem um negócio de “evento do Massa” e “evento dos Giaffones” nos bastidores.
        Uma coisa é fato – depois que as 500 milhas saíram da Granja Viana e foram para Santa Catarina, o Massa não correu mais, passando a correr somente no evento que ele organiza…
        Abraços,
        Marcelo

Por Victor

O dono da bola


É jornalista, palmeirense, dinamarquês por opção e sempre pensou que ia ter de cobrir futebol antes de chegar ao automobilismo, que acompanha desde os 7 anos. E desde que se formou, está na Agência Warm Up e no Grande Prêmio, isso há mais de 13 anos. Neste tempo, foi colunista do iG, escreveu para 'Folha de S.Paulo', 'Lance!' , 'Quatro Rodas' e 'Revista Audi', foi repórter da edição brasileira da 'F1 Racing', cobriu F1, Stock Car, DTM, a Indy e quatro edições das 500 Milhas de Indianápolis, e outras categorias ‘in loco’. Agora também é comentarista dos canais ESPN. Conheceu cidades como Magdeburgo, São Luís, São Bento do Sul e Nova Santa Rita, traduziu um livro da Ferrari e já plantou um monte de árvores. Tem quem fale que seria um grande ator, mas ter ganhado o Troféu ACEESP 2011 como 'Melhor repórter' da imprensa escrita mostrou a escolha menos errada. Adora comida japonesa, música eletrônica e odeia ovo, ervilha e esperar. “Necessariamente nessa ordem", diz.
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