Brincadeira de criança

B

Sobre o Autor

Victor

Jornaleiro, dinamarquês, bebum, calhorda, galhofeiro, mulambo e autor de selfies com urnas. Tô sempre no Grande Prêmio e às vezes na ESPN

54 Comentários

  • Pois é caro Victor. É a coisinha mais feia e sem sentindo que já vi representando algo no automobilismo. Identidade da categoria é uma coisa que não importa? Com certeza não pagaram ninguém pra fazer uma M destas né? (rs).
    Dá-lhe Vila Olímpia onde se fabricam sonhos que são vendidos bem caros e que acabam se transformando em pesadelos!

    • O que o gênio quer dizer com “layout/design”?

      Se está falando do layout do site, pois é isso que se entende quando se usa a palavra layout, está criticando banana quando o VM está falando de laranjas..

      Maaas, se está falando do logo do GP, provavelmente, deve ser novo por aqui, e deve desconhecer que o logo do GP é o mesmo há pelo menos 10 anos. E isso se chama tradição. Aliás, se bobear o logo é o mesmo desde o tempo que o GP se chamava Warmup (acho que o Victor pode confirmar isso..)

      Então, fiote, se informa antes de criticar…

  • feio pra cacete.

    é sintomático que a única referência ao automobilismo é a coroa e troféu bem pequenos, no canto escondido.

  • Há uma história (com H) muito interessante a ser contada sobre o porquê do logotipo novo e também o velho não ostentarem o errezinho de marca registrada. Na verdade há tantas histórias sepulcras na Stock.

  • Sugestão (agora já foi!): promove um concurso visando a criação de uma nova logo com votação na internet e ampla divulgação nas redes sociais.

    Eita, cadê o deptº de Marketing desse povo.

  • Se é pra ter uma marca forte e de bom gosto com qualidade, deixava o outro, que tinha ao menos alguma personalidade,… mais de mudaram, foi por que entenderam que merecia,.. eu não gostei, o outro (antigo) era melhor.

    Meu caro Victor,… nenhuma palavrinha sobre o livrinho do “tio” Bernie? Nenhuma?

  • Já até imagino a história dessa logo:

    A Vicar contratou um ilustrador Free Lancer chamado Luis di Vasca pra fazer o trabalho. Depois de aporrinharem o ilustrador com centenas de pedidos de alteração na arte e não pagarem pelo trabalho do cara, prometendo reconhecimento e divulgação, o ilustrador mandou isso aí de sacanagem. E eles engoliram

  • Não é de hoje que entidades e corporações mudam algo consagrado. Na metade dos anos 80, algumas empresas de atuação internacional mudaram nomes e/ou formato de identificação de suas logomarcas. A United Airlines, por exemplo, gastou 24 milhões de dólares para mudar a pintura de toda sua frota de aeronaves – de United para Allegis. Como isso aconteceu? Talvez algum ‘consultor’ entrou ‘saltitando’ na United e, durante reunião de acionistas, ele deve ter dito: “Talvez vocês não tenham notado, mas a empresa precisa se atualizar. Tenho o nome perfeito para vocês”.
    Engraçado – porém, real. Mas a coisa não para por aí: a velha Burroughs-Sperry (fabricante de máquinas de informática) entrou na onda e mudou seu nome para Unisys. Lembram da U.S. Steel, conhecida siderúrgica Norte-americana? Hoje você deve procurar por USX. E quanto à fábrica de latas American Can? Melhor digitar ‘Primerica’ no Google. No mundo automotivo, não foi diferente: em seu livro de memórias, o dirigente Lee Iacocca conta que seus acionistas contrataram, a peso de ouro, uma dupla de consultores visando ‘atualizar’ o nome da empresa – de Chrysler para Chrysco. “É um nome fantástico”, garantiram os consultores. Pois o comandante da empresa não deixou por nome: chamou os rapazes para uma reunião, anunciou que reprovou a ideia e ainda disse: “Por Chrysto, deixem nosso nome em paz”!
    Faz sentido, não? Será que os gestores das companhias que ‘caíram’ na conversa e mudaram nomes/logomarcas não pararam para pensar que se leva cinquenta anos para construir um nome como Coca-Cola, IBM, Ford (ou Chrysler)? Ou que – pegando-se como exemplo um certame de automobilismo –, a logomarca da entidade ‘NASCAR’ é a mesma desde 1972? Descontando-se variações e desenhos propostos por patrocinadores – Winston, Nextel, Sprint, Sears/Craftsman, Busch, Camping World, Nationwide –, a marca registrada NASCAR (letras inclinadas) permanece ‘intocável’. Creio, portanto, que os comandantes da ‘Stock Brazil’ poderiam reavaliar a ‘nova’ apresentação. Até porque, não lembro ter lido/ouvido elogio favorável.

  • A pergunta é outra: QUEM APROVOU ESTA MERDA?

    Tudo bem que foram crianças que fizeram a meleca mas, e quem a aprovou? Só pode ter sido o pai delas!

    Inacreditável a falta de profissionalismo.

    Bem a cara do automobilismo tupiniquim.

    Abs!

    • Stock Car Brasil está anos luz da NASCAR, DTM e a V8 SUPERCARS. O tratamento que dá ao publico é a de deixar que as pessoas vejam os playboys fazerem racha e não como um produto de entretenimento.

  • Caro Victor Martins, isso num dá pra fazer no Paint. Mas com certeza no Microsoft Power Point… utilizando-se da ferramente Word Art, uma colagem dali, outra daqui, se brincar até os risquinhos pintados com as cores da RBR… nuoosssa, a Stock tem uma equipe patrocinada pela Red Bull. Hummm. Agora prestar atenção no formato da palavra CAR. Parecer que a letra ‘R’, sei lá, parece que foi colada em cima. Não sei… Tá meio torto….

  • Vcs são malas pra caramba. Tudo tem que ser criticado hoje em dia, tá loko! Eu não achei uma maravilha mas tb não é a coisa mais ridícula do mundo. Se os caras que são donos da marca gostaram, danem-se eles caramba. Quem quiser aí que faça uma logo melhor e guarde pra si, pois não vai servir pra nada! Abraço!

    • Pelo contrário meu caro. Se eles querem vender uma marca, precisam fazer algo bem feito. Se fazem uma porcaria, com certeza não vão ter sucesso. Só de ver essa porcaria de logo, eu já perco a vontade de acompanhar a categoria.

        • Vai nessa. Vc acha que sou só eu que não está curtindo? Acho que vc já deve ter visto a opinião de quase todos aqui.
          Exatamente por atitudes como a sua, de não manifestar a insatisfação e ser pacato a tudo, que o Brasil está cada mais nessa situação, onde temos os piores carros, a pior gasolina, a pior educação, a pior segurança pública, os piores políticos, etc, etc. Porque? Porque aceitamos tudo calados. Tudo está bom. Estando ou não. Pra mim esse logo está uma merda. Como posso protestar? Não acompanho mais a categoria e deixo de consumir produtos que estão relacionados a ela. Pronto. Minha parte eu fiz pra que algo mude.

  • Estão culpando o estagiário… Ele só fez o trabalho dele que é criar, e devido à pouca experiência, saiu esse lixo… Quem tem que ser mandado embora é quem aprova esse trabalho!

  • de looonge a coisa mais nojenta que ví na face da terra,,,a não ser que voltarão a andar de opala, chevette , dodge e coisas do tipo (NÃO DESMERECENDO OS CARROS!!!).. pois ouve uma regressão absurda na “nova” logo..

    mais uma facada no coração do automobilismo brasileiro!!

  • Espero que seja uma brincadeira meio Nostalgica, tanto da logo quanto do site, ambos anos 90. Gosto do estilo 90’s, mas creio que não combina nada com a categoria!

  • Comentei o mesmo no blog do Renan do Couto: acho que enquanto o estagiário esperava para o chefe passar o serviço de fazer o logo da Stock Car, ele ouviu por traz da porta que ia ser mandado embora e quis se vingar.

  • Realmente, para uma categoria, que é a maior categoria do automobilismo nacional, foi uma depreciação da sua marca.

    A marca não tem nada a ver com automobilismo, a não ser pelo troféu, que quase não se vê, provavelmente algum estagiário da agência contratada vai ser demitido.

    Tentaram deixar mais clean, mas esqueceram para que serve uma marca, nesse caso erraram. Não só nesse como em muitos outros já.

    A Stock é a perfeita demonstração do quão defasado é o nosso automobilismo. Esse é o cenário da falta de incentivo da CBA em outras categorias de acesso, que possam gerar frutos para o automobilismo nacional.

  • Quando vejo marcas assim, tenho a certeza, que o Brasil realmente precisa de boas faculdades de Design Gráfico e um número menor de escolas de publicidade!

  • Vitor, vc se equivocou. O Stock Car foi feito no Word Art e o fundo é um Print Screen naquela proteção de tela do MS-Dos. Pode ter sido feito pela filha do diretor da categoria que já está no segundo semestre de design gráfico na ESPM e é o orgulho da família!

  • Oi antigo era muuuuuiiito melhor que esse. Não houve evolução e sim retrocesso, Falta personalidade para o novo logo. Não é possível que essa porcaria vá vingar.

  • Eu também achei que esse logotipo ficou bem ruim, mas o pior foi ler isso aqui:

    “Segundo a promoção da categoria, nova identidade visual reforça os pilares da modalidade: “Adrenalina e ousadia, brasilidade e glamour acessível”” (está na matéria que o GP publicou ontem sobre a mudança do logotipo)

    Glamour acessível? Sério mesmo? Esse povo da Vicar me aparece com cada uma…

  • Não ficou de todo ruim. Apenas acho que o fundo preto não deu certo….mas a fonte está boa, está de acordo e a cor da fonte também. Claramente o logotipo é uma tentativa de se imitar a NASCAR misturada com o logotipo da F1. Se esse foi o intuito de fato, então sinto em informar que é ridículo. A categoria tem que buscar sua própria personalidade no logotipo e não querer juntar F1 com NASCAR = StockCar. Não dá certo, não tem nem condições.

  • Não achei insuportável. Achei apenas uma cópia do comercial da Formula One Management, que acontece antes das corridas transmitidas na Europa.

    É aceitável, mas em termos de criatividade, é pobre e copiado mal feito.

  • Imagino quais as justificativas dos designers na hora que apresentaram a logo:
    _ É jovial, cool, remete aos bons tempos da categoria.
    _ Quais bons tempos, jovem?
    _ Tá, mas ficou bacana, vai… ali, tem até um troféuzinho…
    _ E onde você se inspirou?
    _ No logo que eu vi numa grande empresa. É uma novelinha que passa às 5hs. Malhação.

  • Hahahah eu achei ridículo, nunca ví anunciarem a mudança de um logo em primeiro, normalmente se muda e ponto, depois aparece essa piadinha aí, tá de bricadeira viu.

    Esse logo tem cara de “10 anos atrás”.

  • Parece ter vindo de um daqueles trabalhozinhos meia-boca de um curso qualquer de design gráfico. Não sei o que é pior: se é isso ou se é aquela imitação barata da Nascar de patch no macacão dos pilotos

Por Victor

O dono da bola


É jornalista, palmeirense, dinamarquês por opção e sempre pensou que ia ter de cobrir futebol antes de chegar ao automobilismo, que acompanha desde os 7 anos. E desde que se formou, está na Agência Warm Up e no Grande Prêmio, isso há mais de 13 anos. Neste tempo, foi colunista do iG, escreveu para 'Folha de S.Paulo', 'Lance!' , 'Quatro Rodas' e 'Revista Audi', foi repórter da edição brasileira da 'F1 Racing', cobriu F1, Stock Car, DTM, a Indy e quatro edições das 500 Milhas de Indianápolis, e outras categorias ‘in loco’. Agora também é comentarista dos canais ESPN. Conheceu cidades como Magdeburgo, São Luís, São Bento do Sul e Nova Santa Rita, traduziu um livro da Ferrari e já plantou um monte de árvores. Tem quem fale que seria um grande ator, mas ter ganhado o Troféu ACEESP 2011 como 'Melhor repórter' da imprensa escrita mostrou a escolha menos errada. Adora comida japonesa, música eletrônica e odeia ovo, ervilha e esperar. “Necessariamente nessa ordem", diz.
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