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9 de dezembro de 2013 - 13:11Automobilismo no mundo

Ligado na tomada

SÃO PAULO | A Venturi foi a mais recente adesão da F-E, a Fórmula Elétrica, tornando-se a décima e última equipe confirmada para a temporada de estreia dos carros ligados literalmente (proj. Felipe Lobo) na tomada. E quem está por trás do projeto é Leonardo di Caprio.

O time estreia no automobilismo para competir com as ex-F1 Virgin e Super Aguri, às indyanas Andretti e Dragon, à Mahindra — das motos —, mais China Racing, Dams, Drayson e Audi Abt. A escolha observa critérios técnicos e financeiros, e a organização da categoria analisou inscrições de pelo menos impressionantes 20 equipes.

10 equipes, 20 pilotos, 40 carros: é que no meio da prova, os pilotos vão ter de trocar de veículo por não aguentarem a distância completa das corridas. Os pneus Michelin serão únicos e com ranhuras, e a estratégia estará nos próprios carros ‘option’ e ‘prime’, por assim dizer.

A partir da temporada 2015/2016, as equipes vão poder construir seus próprios carros, transformando-se, efetivamente, na versão limpinha e ecológica da F1.

Ah, e a corrida do Rio voltou a ser colocada no campeonato na semana posterior ao GP do Brasil de F1. O motivo do desaparecimento anterior: o local que haviam escolhido para montar a pista de rua não tinha liberação das autoridades competentes.

Algo me diz que este campeonato vai dar certo.

9 comentários

  1. EduardoRS disse:

    Esse campeonato vai dar certo sim, pois o futuro dos carros está na eletricidade. E como outro blogueiro já apontou, vai resgatar uma das antigas características da F1: servir de bancada de testes de novas tecnologias úteis à indústria automobilística. Assim que os carrinhos começarem a andar, vai chover montadora querendo entrar na brincadeira.

  2. Pedro disse:

    Equipes inscritas, ok. E quanto aos pilotos, alguma notícia?

  3. ARH disse:

    Acredito que esta categoria tem tudo para dar certo simplesmente porque ela preenche um vácuo deixado pela F1 nos últimos anos.

    A F1 deixou de ser uma plataforma de desenvolvimento de tecnologias que pudessem ser utilizadas em carros de ruas, deixou de ser investimento em P&D para ser investimento em Marketing, por isso a debandada de montadoras nos últimos anos.

    Como invariavelmente o futuro dos carros de ruas está na eletricidade, é natural o interesse de todos por essa categoria, ainda mais a partir da temporada 15/16, com as equipes atuando como construtoras, e, portanto, como desenvolvedoras de tecnologia (notadamente motores e baterias – essas, as maiores deficiências dos carros elétricos).

    Tomara que dê certo.

  4. Tiago Oliveira disse:

    Victor, voces poderiam dar uma cobertura de como será a categoria, explicando o carro, as pistas, regras, formatos, pilotos provaveis, etc. Acho que a midia especializada está tratando com certa indiferenca essa categoraia, que na minha opiniao, tem tudo pra juntar oq tinha de legal na A1 GP com algo que a F1 deixou pra trás faz tempo; competicao por tecnologia.

  5. Ricardo Biasoli disse:

    Vamos ver quantos anos vai levar para Ferrari e McLaren se juntarem ao “Circo da Fórmula E”. A Red Bull chega já em 2015, pode apostar!

  6. ]Muguello[ disse:

    O novo visual do blog eh muito bonito, porem péssimo par ler. A coluna na direita com o perfil do blogueiro e as propagandas continuam muito legíveis com o fundo claro.

    Qual o objetivo? enfase nas propagandas e perfil? ou no conteúdo do blog?

    Acho o experimento louvavel, apenas espero que os produtores sejam maduros suficiente p/ ver que o resultado final deixou o blog ilegível.

  7. Dael Magno disse:

    Muito show, Victor! Alguém que finalmente ira combater a ‘hegemonia’ da Formula 1, você não acha que o Lucas Di Grassi tem boas chances de correr pela categoria (Audi provavelmente)?

  8. Victor, está nascendo muito bem, esta nova categoria.

    Só acho que, ao invés de ter que trocar de carro no meio da corrida por falta de energia, eles deveriam pensar em rodadas duplas, com duas corridas curtas por fim de semana, uma corrida no sábado e outra no domingo, o que economizaria um carro por piloto.

    Vai no sabadão, corre metade do que correria no formato atual e acaba a corrida.Champagne, fotos, troféus e alegria. Mete o carro para carregar ou troca as baterias por outras previamente carregadas e corre no domingo.

    O custo, provavelmente, cairia, haja vista que desta maneira cada piloto terá que ter 3 carros por fim de semana. Dois pra corrida e um de reserva, do outro jeito, basta dois.

    Apenas uma opinião.

    Abraços

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