Meio elétrico

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SÃO PAULO | E no sábado estreou a F-E, a categoria dos carros empurrados por baterias, justamente em um dos lugares mais poluídos desta Terra, Pequim. A chinesada até que compareceu em bom público para acompanhar treinos livres, classificação e corrida, que ocorrem num espaço de nove horas.

Tudo que penso em relação à categoria está belamente descrito na análise do especialista Pedrenrique Marum no Grande Prêmio. Admito que estou espantado com a repercussão tanto quanto com certa decepção pelo que vi — talvez porque minha expectativa fosse alta. Os carros são lentos demais e chegam até a confundir por não saber se estão em volta rápida ou não. O pit-stop tem um esquema ainda a ser compreendido. A panca de Prost e Heidfeld foi feia, mas mostrou que os carros são seguros — embora haja uma tendência a catapultar. Mas claro que só está no começo e é questão de se ambientar.

Parece que caiu no gosto do povo.

 

 

Sobre o Autor

Victor

Jornaleiro, dinamarquês, bebum, calhorda, galhofeiro, mulambo e autor de selfies com urnas. Tô sempre no Grande Prêmio e às vezes na ESPN

3 Comentários

  • Também confesso que achei esquisito, quer ver aquela volta de apresentação e ritmo extremamente lento…deveriam reduzir o tempo do ePrix, ou criar duas paradas para os pilotos pudessem acelerar mais!!!!

  • Carros elétricos são muito limitados pela pouca autonomia das baterias o que não deve ser resolvido nem a médio prazo,a categoria me pareceu um pouco artificial com os carros hora andando rápido hora lento diferente da F3 que é a categoria mais proxima que é pé em baixo o tempo todo e quem pode mais chora menos, a Mascar que é zero em tecnologia teve uma corrida sensacional no fim de semana

  • Eu particularmente gostei…

    Ainda é um pouco confuso.

    Mas com a prática eles vão melhorando o negócio e desenvolverão melhor os carros, dando-lhes mais velocidade, confiabilidade e carga na bateria!

    Abs.

Por Victor

O dono da bola


É jornalista, palmeirense, dinamarquês por opção e sempre pensou que ia ter de cobrir futebol antes de chegar ao automobilismo, que acompanha desde os 7 anos. E desde que se formou, está na Agência Warm Up e no Grande Prêmio, isso há mais de 13 anos. Neste tempo, foi colunista do iG, escreveu para 'Folha de S.Paulo', 'Lance!' , 'Quatro Rodas' e 'Revista Audi', foi repórter da edição brasileira da 'F1 Racing', cobriu F1, Stock Car, DTM, a Indy e quatro edições das 500 Milhas de Indianápolis, e outras categorias ‘in loco’. Agora também é comentarista dos canais ESPN. Conheceu cidades como Magdeburgo, São Luís, São Bento do Sul e Nova Santa Rita, traduziu um livro da Ferrari e já plantou um monte de árvores. Tem quem fale que seria um grande ator, mas ter ganhado o Troféu ACEESP 2011 como 'Melhor repórter' da imprensa escrita mostrou a escolha menos errada. Adora comida japonesa, música eletrônica e odeia ovo, ervilha e esperar. “Necessariamente nessa ordem", diz.
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