Iaconelli na Indy

I

SÃO PAULO | E Carlos Iaconelli pode ser o próximo piloto brasileiro a pintar pelos lados da Indy, mais precisamente na Lights.

O brasileiro, que vive em Mônaco, viajou hoje para Miami, vai encontrar Nelsinho Piquet e lá vão negociar com algumas equipes da categoria de acesso para a temporada 2010.

Iaconelli fez o campeonato da estreante F2 neste ano.

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8 Comentários

  • Eu realmente não sei qual o motivo dos comentários invejosos acima, e menos ainda o porque do anonimato dessas pessoas. Isto mostra como alguns pilotos frustados nào conseguem digerir suas derrotas e falta de dinheiro. Não tem dinheiro? vai jogar peteca na praia, ou andar de carrinho de rolimã, automobilismo é pra quem pode e não pra quem quer. Parabéns ao Iaco, demorou para tomar essa decisão (espero que seja uma decisão), o automobilismo na Europa morreu há algum tempo, os brasileiros são vistos lá como se fossem um enorme cifrão, e não creio que nenhum desses novos pilotos que hoje estão na Europa irão ter oportunidades reais por lá. Espero que o Iaco arrume alguma oportunidade boa nos USA, pelo menos nos USA os pilotos são considerados gente, e não números. Quanto aos revoltados, lembrem-se: Cada um tem o pai que merece, e cada um tem o filho que merece.

    • Você é parente ou amigo dele?

      O automobilismo europeu morreu? Sei… quem está bem mesmo é a Indy dos Merdallara-Honda e a Indy Lights, né?

      Em tempo, prazer, Leandro Kojima. Sem a mínima capacidade para julgá-lo como pessoal, acho o Iaconelli uma titica de galinha de piloto, um Pedro Paulo Diniz piorado. Se as pessoas possuem uma opinião negativa sobre um piloto, com certeza não é por inveja.

  • O pai? HUAHUAHUAHU
    É pra poucos, mesmo. Meu pai me fez um empréstimo para comprar um Corsa 99 e me cobra religiosamente todo mês.

    Eu teria vergonha de ficar financiando diversão de filho desse jeito. Bom mesmo foi o que fez o Dr. Estácio Souto Mayor, que deixou seu filho à revelia da sorte no automobilismo internacional nos anos 70. E todos sabemos quem ele é.

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O dono da bola


É jornalista, palmeirense, dinamarquês por opção e sempre pensou que ia ter de cobrir futebol antes de chegar ao automobilismo, que acompanha desde os 7 anos. E desde que se formou, está na Agência Warm Up e no Grande Prêmio, isso há mais de 13 anos. Neste tempo, foi colunista do iG, escreveu para 'Folha de S.Paulo', 'Lance!' , 'Quatro Rodas' e 'Revista Audi', foi repórter da edição brasileira da 'F1 Racing', cobriu F1, Stock Car, DTM, a Indy e quatro edições das 500 Milhas de Indianápolis, e outras categorias ‘in loco’. Agora também é comentarista dos canais ESPN. Conheceu cidades como Magdeburgo, São Luís, São Bento do Sul e Nova Santa Rita, traduziu um livro da Ferrari e já plantou um monte de árvores. Tem quem fale que seria um grande ator, mas ter ganhado o Troféu ACEESP 2011 como 'Melhor repórter' da imprensa escrita mostrou a escolha menos errada. Adora comida japonesa, música eletrônica e odeia ovo, ervilha e esperar. “Necessariamente nessa ordem", diz.
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