Da Indy para a Stock

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SÃO PAULO | Vitor Meira, 34, depois de nove anos na Indy, encerrou seu ciclo na categoria americana após o fim da última temporada, com o fim do contrato com a equipe de AJ Foyt.

O brasiliense, que teve como melhor resultado um quinto lugar na classificação do campeonato de 2006, quando era piloto da Panther, e não obteve vitória na Indy, voltou ao Brasil e vai correr na Stock Car neste ano.

Meira será um dos pilotos da Officer, equipe de Duda Pamplona.

Sobre o Autor

Victor

Jornaleiro, dinamarquês, bebum, calhorda, galhofeiro, mulambo e autor de selfies com urnas. Tô sempre no Grande Prêmio e às vezes na ESPN

22 Comentários

  • Se nao estou enganado, Meira é o piloto com mais largadas sem conseguir conquista uma vitória na Indy. Sofreu pra caramba por seu o “companheiro de Danica” depois sofreu pra tentar reerguer a Panther, e por fim, sofreu por andar na Foyt.

  • Se eu fosse piloto com experiência internacional, jamais correria nesta coisa que parece carro de corrida mas não é…..No mundo tem coisa muito melhor e o Vitor deveria ir é para a ALMS ou Rolex ia se divertir e por cima ganhar algum…. Aqui….. No final do ano sai fora. É coisa de amador para promover “pilotos” nem tanto. Essa tal de estoque já era faz tempo, e não acrescenta nada prá ninguém. Ser campeão nisso é como ganhar campeonato de pelada só importância para que ganha. É isso.

  • Uma pena que o Meira não irá correr mais na Indy,mas faz parte da vida.Espero que ele seja um piloto vencedor na Stock Car,e consiga competir de igual pra igual com os pilotos mais experientes.

  • Melhor para a Band pois vai deixar de paparicar e investir num piloto meiaboca e passa a ter como aliado o Barrichello.
    Vamos ver se a Globo vai boicotar o nome do Vitinho só porque seu pai é diretor da Band da mesma forma que o Burti como comentarista era proibido de mencionar a marca Red Bull devido a patrocínios conflitantes.
    Quanto a Estoque…bem…ela que se lasque…continua sem atrativos.

    • O Aroldo Meira não é nada da Bandeirantes ou de nenhuma empresa de televisão, cresci com o Vitor Meira e isso são somente inverdades.

  • Eu acho ruim para a Strock Car que todos os seus pilotos sejam os desempregados dos monopostos.

    Parece até que a categoria é um “cabide de emprego” para quem não deu certo na carreira que sonhava.

    Isso desvaloriza muito a Stock. Para ser um bom piloto de turismo, o cara deveria seguir uma carreira de Turismo ao invés de aceitar um emprego pela falta de “algo melhor”.

    Acho que a Stock deveria se valorizar mais.

  • Uma vez escutei que seu dará tinha ligação, ou parentesco, com alguém da Band. É verdade? Será que corremos o risco de ver a Stock na Band? Ou os Buenos são mais fortes?

  • Não me lembro se o ano era exatamente 2003 ou 2004 quando vieram para a Stock Car Gualter Salles e Airton Daré, ambos da antiga IRL (subdivisão da Indy que corria exclusivamente em ovais na época), e nenhum conseguiu grandes resultados na Stock Car. Vitor passará por esta dificuldade (adaptação) e tem um outro problema: Vitor nunca foi tão querido pelo público da Indy no Brasil como o Castroneves e principalmente o Kanaan (estive nas duas edições da SP Indy 300 e pude comprovar isso…) e essa “falta de carisma” na visão do público (nada contra o piloto…) dificulta também a conquistar espaço na categoria, pois a comparação com os pilotos que la já correm será inevitável. Se o Tony viesse correr na Stock ,por exemplo, com certeza seria uma atração a parte e com o Vitor Meira isso não vai acontecer.

Por Victor

O dono da bola


É jornalista, palmeirense, dinamarquês por opção e sempre pensou que ia ter de cobrir futebol antes de chegar ao automobilismo, que acompanha desde os 7 anos. E desde que se formou, está na Agência Warm Up e no Grande Prêmio, isso há mais de 13 anos. Neste tempo, foi colunista do iG, escreveu para 'Folha de S.Paulo', 'Lance!' , 'Quatro Rodas' e 'Revista Audi', foi repórter da edição brasileira da 'F1 Racing', cobriu F1, Stock Car, DTM, a Indy e quatro edições das 500 Milhas de Indianápolis, e outras categorias ‘in loco’. Agora também é comentarista dos canais ESPN. Conheceu cidades como Magdeburgo, São Luís, São Bento do Sul e Nova Santa Rita, traduziu um livro da Ferrari e já plantou um monte de árvores. Tem quem fale que seria um grande ator, mas ter ganhado o Troféu ACEESP 2011 como 'Melhor repórter' da imprensa escrita mostrou a escolha menos errada. Adora comida japonesa, música eletrônica e odeia ovo, ervilha e esperar. “Necessariamente nessa ordem", diz.
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