Passar bem

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SÃO PAULO | A Indy informou logo depois da bandeirada de St. Pete que foram 366 as ultrapassagens durante a corrida deste domingo, um recorde na história desta prova.

Apesar de a categoria não ter explicado como determinou o que exatamente considerou como ultrapassagem, se for levado à risca, demonstra o quanto a F1 foi pobre neste item no ano passado.

Segundo a Pirelli, nas 21 corridas de 2017, foram 435 ultrapassagens. O que significa dizer que a corrida da Indy nas ruas da Flórida já representaram 84,14% das trocas de posições de todo o campeonato da F1.

Sobre o Autor

Victor

Jornaleiro, dinamarquês, bebum, calhorda, galhofeiro, mulambo e autor de selfies com urnas. Tô sempre no Grande Prêmio e às vezes na ESPN

2 Comentários

  • Bem, na minha humilde opinião a diminuição da pressão aerodinâmica com os novos kits universais permitem que os carros andem mais perto e ao mesmo tempo tornam o carro mais ” indomáveis”. A preocupação na Fórmula 1 em melhorar fluxo de ar daqui é dali gera um turbilhão atrás dos carros e impossibilita que um piloto siga o outro de perto se colocando em condições de ultrapassagen. Olhem as quantidades de asinhas no bico dos carros, quantidade de aletas… Não sei como não se fala disso. Quando se diminuíu o downforce nos anos 2009 a 2016 não foi uma redução significativa a ponto de beneficiar as ultrapassagens. Se não for assim somente artificializando a parada.

  • Claro q é um dado importante, mas isso é a característica de cada categoria, até mesmo por ter um chassi único. O que a F1 precisa enxergar, ao meu ver, é se a categoria consegue ter brigas reais e ultrapassagens viáveis, mesmo que sejam menos frequentes que na Indy. O fato dela ser difícil pode aumentar o valor de cada ultrapassagem, desde que o número não seja tão baixo a ponto de atrapalhar o espetáculo. Inverter o grid ou colocar lastros em um carro é uma forma de aumentar ultrapassagens e aumentar o equilíbrio da categoria, porém não acho isso sendo uma coisa boa. Até mesmo o DRS que é algo artificial não é um absurdo desde que a ultrapassagem tb não seja de graça. Enfim, é uma coisa difícil de se encontrar, obviamente leva tempo e se fosse fácil eu tenho certeza que já teria sido feito.

Por Victor

O dono da bola


É jornalista, palmeirense, dinamarquês por opção e sempre pensou que ia ter de cobrir futebol antes de chegar ao automobilismo, que acompanha desde os 7 anos. E desde que se formou, está na Agência Warm Up e no Grande Prêmio, isso há mais de 13 anos. Neste tempo, foi colunista do iG, escreveu para 'Folha de S.Paulo', 'Lance!' , 'Quatro Rodas' e 'Revista Audi', foi repórter da edição brasileira da 'F1 Racing', cobriu F1, Stock Car, DTM, a Indy e quatro edições das 500 Milhas de Indianápolis, e outras categorias ‘in loco’. Agora também é comentarista dos canais ESPN. Conheceu cidades como Magdeburgo, São Luís, São Bento do Sul e Nova Santa Rita, traduziu um livro da Ferrari e já plantou um monte de árvores. Tem quem fale que seria um grande ator, mas ter ganhado o Troféu ACEESP 2011 como 'Melhor repórter' da imprensa escrita mostrou a escolha menos errada. Adora comida japonesa, música eletrônica e odeia ovo, ervilha e esperar. “Necessariamente nessa ordem", diz.
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