WEC no Brasil

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SÃO PAULO | Daqui dez dias, haverá o anúncio oficial de que o WEC vai voltar ao Brasil.

O CEO da categoria, Gérard Neveu; o Event Manager, Cédric Vilatte; além de Bruno Senna e outros executivos, vão falar a respeito do campeonato que teve sua última etapa disputada em terras brasileiras em novembro de 2014. À época, o evento era organizado por Emerson Fittipaldi.

O WEC largou o Brasil porque Fittipaldi deixou uma série de dívidas. Espera-se, pois, que também se explique se tudo foi devidamente quitado para este retorno, ou em 2019 — compondo o calendário da supertemporada bienal que está por começar — ou em 2020.

Interlagos? Será lá se continuar sendo um autódromo.

Sobre o Autor

Victor

Jornaleiro, dinamarquês, bebum, calhorda, galhofeiro, mulambo e autor de selfies com urnas. Tô sempre no Grande Prêmio e às vezes na ESPN

1 Comentário

  • Será muito boa a volta da WEC ao Brasil. Com isso o pais continua sediando os grandes eventos esportivos e também porque para quem gosta de automobilismo, esta categoria é muito mais próxima do publico que se aproxima bastante de seus idolos. Assistí a duas edições em Interlagos e torço para o seu retorno ao Brasil.

Por Victor

O dono da bola


É jornalista, palmeirense, dinamarquês por opção e sempre pensou que ia ter de cobrir futebol antes de chegar ao automobilismo, que acompanha desde os 7 anos. E desde que se formou, está na Agência Warm Up e no Grande Prêmio, isso há mais de 13 anos. Neste tempo, foi colunista do iG, escreveu para 'Folha de S.Paulo', 'Lance!' , 'Quatro Rodas' e 'Revista Audi', foi repórter da edição brasileira da 'F1 Racing', cobriu F1, Stock Car, DTM, a Indy e quatro edições das 500 Milhas de Indianápolis, e outras categorias ‘in loco’. Agora também é comentarista dos canais ESPN. Conheceu cidades como Magdeburgo, São Luís, São Bento do Sul e Nova Santa Rita, traduziu um livro da Ferrari e já plantou um monte de árvores. Tem quem fale que seria um grande ator, mas ter ganhado o Troféu ACEESP 2011 como 'Melhor repórter' da imprensa escrita mostrou a escolha menos errada. Adora comida japonesa, música eletrônica e odeia ovo, ervilha e esperar. “Necessariamente nessa ordem", diz.
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