O Mundial das corridas que valem

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SÃO PAULO | Se a Fórmula 1 fosse só esta ‘linda’ das últimas três corridas, a classificação do campeonato seria a seguinte:

1) Verstappen, 62
2) Hamilton, 38
3) Bottas, 33
3) Leclerc, 33 (empatado rigorosamente com Bottas)
5) Vettel, 30
6) Sainz, 22
7) Gasly, 18
8) Kvyat, 17
9) Stroll, 12
10) Albon, 8
10) Norris, 8 (empatado rigorosamente com Albon)
12) Ricciardo, 6
12) Grosjean, 6
14) Räikkönen, 6
15) Magnussen, 4
16) Giovinazzi, 1
16) Hülkenberg, 1
16) Kubica, 1

Não fossem os 2 pontos que Hamilton ganhou na maciota pela desclassificação das Alfa Romeo na Alemanha, Verstappen teria uma corrida de vantagem (25 + eventual 1 ponto pela melhor volta).

Bottas, Leclerc e Vettel estarem no mesmo patamar: pega mal para o finlandês.

Sainz à frente e Kvyat 1 ponto atrás: Gasly tem de sair da Red Bull logo depois da Hungria. Não dá.

Hülkenberg ter a mesma pontuação de Kubica: também não dá. O alemão peida demais na farofa, como diria Evelyn Guimarães.

Só Pérez e Russell não pontuaram. O que também denota a temporada mediana do mexicano.

Sobre o Autor

Victor

Jornaleiro, dinamarquês, bebum, calhorda, galhofeiro, mulambo e autor de selfies com urnas. Tô sempre no Grande Prêmio e às vezes na ESPN

2 Comentários

  • Gasly e Grosjean já se tornaram um caso de vergonha alheia. Vou assistir o GP da Hungria acreditando que será a despedida dos dois.

    Se não me falha a memória, foi em 2017 que o Grosjean e a sua patroa lançaram um livro sobre culinária. Desejo-lhe boa sorte no mercado editorial.

    Eu AMEI a expressão peida demais na farofa.

  • Igual ao Pérez já passaram uns trocentos pela categoria.
    É só mais um para completar os 20 do grid.
    Aliás, só mesmo por conta da grana do Carlos Slim é que continua na categoria.
    E ainda se acha a última bolacha do pacote, sempre cavando vaga em equipe grande.
    Será que esqueceu o que foi na McLaren em 2013, quando não fez absolutamente nada e foi detonado pela equipe de mecânicos e engenheiros?

Por Victor

O dono da bola


É jornalista, palmeirense, dinamarquês por opção e sempre pensou que ia ter de cobrir futebol antes de chegar ao automobilismo, que acompanha desde os 7 anos. E desde que se formou, está na Agência Warm Up e no Grande Prêmio, isso há mais de 13 anos. Neste tempo, foi colunista do iG, escreveu para 'Folha de S.Paulo', 'Lance!' , 'Quatro Rodas' e 'Revista Audi', foi repórter da edição brasileira da 'F1 Racing', cobriu F1, Stock Car, DTM, a Indy e quatro edições das 500 Milhas de Indianápolis, e outras categorias ‘in loco’. Agora também é comentarista dos canais ESPN. Conheceu cidades como Magdeburgo, São Luís, São Bento do Sul e Nova Santa Rita, traduziu um livro da Ferrari e já plantou um monte de árvores. Tem quem fale que seria um grande ator, mas ter ganhado o Troféu ACEESP 2011 como 'Melhor repórter' da imprensa escrita mostrou a escolha menos errada. Adora comida japonesa, música eletrônica e odeia ovo, ervilha e esperar. “Necessariamente nessa ordem", diz.
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